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    ALVIN E OS ESQUILOS

    Por Angélica Bito
    04/01/2008

    Quando eu era pequena, nos anos 80, um dos desenhos que mais gostava de assistir na televisão era Os Pestinhas, com seus personagens bagunceiros e de voz engraçada. Se você não faz a mínima idéia do que estou falando, poderá conhecer os personagens criados por Ross Bagdasarian há 50 anos em Alvin e os Esquilos.

    O filme mistura animação em 3D e live action para contar como três esquilos cantores saíram de uma floresta para bagunçar totalmente a vida do já atrapalhado Dave (Jason Lee), publicitário que sonha em ter sucesso no música. Já desistindo de seu sonho, ele volta a ter alguma esperança quando encontra os simpáticos esquilos Alvin, o mais descolado, o tímido Simon e o caçula Theodore. A partir desse encontro, uma série de acontecimentos faz com que Dave repense seus valores, principalmente em relação à família e amizade.

    Filmes destinados ao público infantil sempre trazem mensagens valorizando a união e todas as coisas boas sobre as quais as crianças devem pensar. Alvin e os Esquilos não é diferente. É um filme engraçado, capaz de fazer o público infantil, principalmente, se divertir. As cópias lançadas no Brasil estão disponíveis somente na versão dublada, mas não se preocupe, caro adulto: a dublagem não deixa a desejar. As músicas não ganharam versão em português e as vozes usadas nos esquilos são tão agudas e engraçadas quanto na versão original.

    Inclusive, vale reforçar que a melhor coisa de Alvin e os Esquilos é a forma como os esquilos ganham vida no filme. A animação é muito bem-feita, conferindo um movimento único aos personagens. Não por acaso, a empresa que fez os efeitos especiais de Alvin e os Esquilos, a Rhythm and Hues, também foi responsável pela inserção de um personagem em 3D num longa live action em Garfield (2004) e Garfield 2 (2006).

    Alvin e os Esquilos é uma comédia infantil bem-feita, mas carrega uma inocência muitas vezes irritante que pode não agradar aos mais adultos. O filme perde o ritmo na medida em que caminha pro final, sendo incapaz de prender a atenção do espectador nos 90 minutos de projeção.