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    OS BAD BOYS 2

    Por Roberto Guerra
    22/05/2009

    Quem pretende assistir ao filme Bad Boys 2, que chega às telas brasileiras este fim de semana, deve estar se fazendo a inevitável pergunta: "Será que é melhor que o original de 1995?" Por isso, vou logo abrir o jogo: sim, Bad Boys 2 é bem melhor. Surpreso? Eu também fiquei, afinal, raramente uma seqüência consegue ser melhor que a matriz. E no caso, a matriz, convenhamos, não é lá essas coisas.

    Bad Boys 2 reúne novamente os atores Will Smith e Martin Lawrence como a irreverente dupla de policiais que, entre uma piada e outra, combate perigosos criminosos. A diretor também é o mesmo: Michael Bay, cuja a carreira deslanchou em Hollywood depois de fazer o primeiro filme - de US$ 23 milhões - faturar US$ 140 milhões em todo o mundo. E é justamente o orçamento, desta vez bem mais generoso (US$130 milhões), a primeria grande diferença de Bad Boys 2. Mas ao contrário de algumas superproduções feitas ultimamente, o filme cumpre sua missão de entreter.

    Não vou me aprofundar na história, afinal, ela só serve mesmo de base para as cenas de ação. Em resumo, os bad boys têm de enfrentar um poderoso traficante cubano que está espalhando ecstasy por toda a Miami. O vilão com cara de galã, entre outras maldades, costuma esquartejar seus desafetos na cozinha de casa. Para detê-lo, Smith e Lawrence quase destroem toda a cidade e, como não podia deixar de ser, deixam o chefe de polícia de cabelos em pé e esbravejando para todos os lados. Mas, afinal, qual é a graça de um chefe de polícia que não grita com seus subordinados?

    Para quem quiser assistir a um bom filme de ação, Bad Boys 2 é uma ótima pedida. Tudo o que uma produção do gênero pede está na tela: perseguições de tirar o fôlego, tiroteios, explosões e ainda algumas boas piadas por conta do carisma de Smith e Lawrence.

    Uma dica: fique atento para a movimentação de câmera em algumas seqüências. O filme faz uso dos mesmos recursos usados em Matrix Reloaded, em que o passeio da câmera pela cena é feito no computador, gerando ângulos que seriam impossíveis de ser captados por um equipamento de verdade.