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    'Escape Room: Tensão Máxima’ se perde em roteiro e entrega mais do mesmo

    Sequência do longa de terror repete a fórmula de pavor, mas não convence o público
    Por Thamires Viana
    15/09/2021 - Atualizado há 3 dias

    Quando lançado em 2019, o terror Escape Room chegou como uma boa surpresa aos cinemas com uma história bem elaborada. Nela, um grupo de pessoas luta por sobrevivência depois que descobre estar participando de um jogo de vida ou morte em salas de escape room. 

    Agora, a sequência Escape Room 2: Tensão Máxima chega às telonas para responder algumas perguntas que o antecessor deixou no público. Na trama, Ben Miller (Logan Miller) e Zoey Davis (Taylor Russell McKenzie), sobreviventes da primeira série de jogos do primeiro filme, se encontram em mais uma batalha por suas vidas. Ao lado de outras quatro pessoas, descobrem que têm muito mais em comum com elas do que imaginam.

    Com o retorno de Adam Robitel à direção, o projeto garante uma boa imersão do público nessa nova história, já que traz cenas de tensão bem construídas e enigmas que nos fazem quebrar a cabeça junto com os personagens centrais. 

    A trama começa exatamente de onde o primeiro filme terminou, com Ben e Zoey prometendo vingança contra a Minus, empresa que está por trás desses assassinatos macabros nas salas do jogo. A dupla de atores traz, mais uma vez, um entrosamento bom em tela, principalmente quando mostra que a sede de vingança não é a única coisa que os une.

    Cena do filme Escape Room 2: Tensão MáximaReprodução

    Além da dupla principal, o novo grupo é formado por Brianna (Indya Moore), Derek (Carlito Olivero), Nathan (Thomas Cocquerel) e Rachel (Holland Roden), quatro pessoas que têm em comum o fato de já terem jogado esse jogo antes e conseguido escapar com vida.

    Como sequência direta, Escape Room 2: Tensão Máxima não se acanha em trazer os elementos principais de seu antecessor, algo que já era esperado, claro, mas em diversos momentos temos a impressão de que o grupo de roteiristas formado por Will Honley, Maria Melnik, Daniel Tuch e Oren Uziel deu um 'copia e cola' no primeiro e mudou algumas frases. 

    Pode ser até que você se pergunte se a cena que está em tela já não foi vista antes no primeiro filme, pois o texto e muitos pontos altos do filme pecam na criatividade. O desfecho da trama também entrega de cara que um terceiro filme vem a caminho, mas será mesmo que é o caminho correto?

    Apesar de não trazer tantas novidades, a sequência consegue divertir e criar uma boa tensão no público, principalmente em cenas cruciais em que o grupo muda de sala no jogo. Além disso, os atores convencem com seus personagens traumatizados e alinham bem com a temática de thriller proposta pelo filme.

    No mais, Escape Room 2: Tensão Máxima é um filme para ver sem grandes expectativas de plots, mas ideal para quem quer um terrorzinho leve nessa volta aos cinemas. 

    Trailer oficial

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