Poster Highlander: A batalha final

HIGHLANDER: A BATALHA FINAL

(Highlander: Endgame)

2000 , 88 MIN.

16 anos

Gênero: Ação

Estréia: 23/02/2001

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Douglas Aarniokoski

    Equipe técnica

    Roteiro: Eric Bernt, Gillian Horvath, Gregory Widen, Joel Soisson, William N. Panzer

    Produção: Christina Varotsis, Patrick Peach, Peter Davis, William Panzer

    Fotografia: Douglas Milsome

    Trilha Sonora: Nick Glennie-Smith, Stephen Graziano

    Estúdio: Davis-Panzer Productions, Dimension Films

    Montador: Chris Blunden, Donald J. Paonessa, Michael N. Knue, Robert A. Ferretti, Rod Dean, Tracy Granger

    Distribuidora: EBA - Empresa Brasileira de Audiovisual S/A

    Elenco

    Adrian Paul, Beatie Edney, Bruce Payne, Christopher Lambert, Damon Dash, Donnie Yen, Ian Paul Cassidy, Jim Byrnes, Lisa Barbuscia, Peter Wingfield

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    A carreira de Christopher Lambert anda mesmo em queda livre. Depois de fazer muito sucesso nos já pré-históricos Subway e Greystoke, o ex-astro vem acumulando um fracasso após o outro. Agora, ele se meteu no elenco deste Highlander – A Batalha Final, quarto e insosso episódio da série de filmes sobre o clã MacLeod de guerreiros imortais, iniciada há 16 anos.

    Desta vez a história se passa no ano 2000, momento em que Jacob Kell (Bruce Payne, o vilão de Passageiro 57) está prestes a se tornar o mais invencível dos imortais de toda a história, após séculos de matanças e acúmulo de poderes. Para conseguir poder absoluto, porém, ele necessita eliminar os dois últimos guerreiros imortais que ainda restam no planeta: Duncan MacLeod (Adrian Paul) e Connor MacLeod (Lambert). Como o próprio título do filme já diz, as forças dos poderosos imortais “do bem” e “do mal” se enfrentarão num último e decisivo conflito. Uma batalha, por sinal, recheada de gritantes cenas de merchadising explícito da JVC, sem um pingo de sutileza. Antes disso, porém, o espectador vai engolir uma enxurrada de diálogos falsos, recitativos, empostados, e supostamente imponentes, além de uma sucessão de lutas de pouco ou nenhum sentido para a trama.

    Depois do sucesso de Highlander, o Guerreiro Imortal (1985), e de duas desastrosas continuações (de 1991 e 1994), esperava-se que esta seqüência de filmes tivesse terminado. Porém, os bons resultados conseguidos pela série de TV, iniciada em 1992, motivaram a Dimension (produtora especializada em filmes para adolescentes) a realizar mais um longa metragem, desta vez estrelado por Adrian Paul, o astro do seriado. O filme é uma espécie de rito de passagem, uma troca de bastão entre o “velho guerreiro imortal” (não confundir com o Chacrinha) Christopher Lambert, e o novo Adrian Paul.

    A direção é do estreante Doug Aarniokoski, que dirigia traillers para a Dimension Films, e que trabalhou como assistente de Robert Rodriguez em Um Drink no Inferno e Prova Final.

    Uma curiosidade final: os personagens são de autoria de Gregory Widen, um ex-bombeiro que usou sua experiência pessoal no combate às chamas também em outro roteiro cinematográfico: Backdraft - Cortina de Fogo.



    04 de janeiro de 2001
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    Celso Sabadin é jornalista especializado em cinema desde 1980. Atualmente é crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão e do Canal 21. Às sextas-feiras é colunista do Cineclick. celsosabadin@cineclick.com.br



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