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MISSÃO IMPOSSÍVEL - NAÇÃO SECRETA

(Mission: Impossible Rogue Nation)

2015 , 131 MIN.

14 anos

Gênero: Ação

Estréia: 13/08/2015

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Christopher McQuarrie

    Equipe técnica

    Roteiro: Drew Pearce

    Produção: David Ellison, J.J. Abrams, Tom Cruise

    Fotografia: Robert Elswit

    Trilha Sonora: Joe Kraemer

    Estúdio: Bad Robot, Skydance Productions, WTC Productions

    Montador: Eddie Hamilton

    Distribuidora: Paramount Pictures Brasil

    Elenco

    Alec Baldwin, America Olivo, Anastasia Harrold, Bruce Lawrence, Daniel Harland, Debra Leigh-Taylor, Hermione Corfield, Jens Hultén, Jeremy Renner, Jessica Williams, Jill Buchanan, Jingchu Zhang, Jorge Leon Martinez, Katrina Vasilieva, Lasco Atkins, Martyn Mayger, Philip Howard, Rebecca Ferguson, Robert Maaser, Saif Al-Warith, Sean Cronin, Sean Harris, Shina Shihoko Nagai, Simon McBurney, Simon Pegg, Stella Stocker, Tom Coulston, Tom Cruise, Tony Paul West, Vauxhall Jermaine, Ving Rhames, Wolfgang Stegemann

  • Crítica

    12/08/2015 14h44

    Missão Impossível, sem sombra de dúvidas, é uma das franquias de espionagem mais importantes da história do cinema. Isso se deve as cenas de ação sem precedentes, que testam os limites do agente Ethan Hunt (Tom Cruise) e "sugam" grande adrenalina do espectador.

    Foi assim no primeiro filme, em 1996, durante a cena em que Hunt fica pendurado em uma sala da CIA e também em Protocolo Fantasma, onde o personagem precisa escalar o maior prédio do mundo para tomar conta do sistema do local. O fato é que Missão: Impossível - Nação Secreta, quinto filme da franquia, não fica atrás dos antecessores e traz ação de verdade, o que faz dele um dos melhores filmes do gênero do ano até aqui.

    Logo no início, já é possível perceber que as coisas serão agitadas até o fim, afinal de contas, Tom Cruise se pendura em um avião durante a decolagem para tentar resgatar algo que é chamado de "pacote" por sua equipe. Apesar desta cena não ser de fundamental importância para o desenvolvimento da trama, as boas-vindas ao espectador não poderiam ser melhores, pois vemos uma sequência muito bem construída tecnicamente, onde mais uma vez Hunt vive momentos de tensão e desespero. Méritos para a tecnologia Imax que ajuda, e muito, principalmente por trazer um som altamente calibrado, junto com uma imagem que aumenta ainda mais a dimensão do que acontece na história.

    Bastante comentada desde o lançamentos dos trailers, a sequência do avião sem dúvida é uma daquelas cenas que impacta qualquer fã de filmes de ação. Por isso, ela deverá ser lembrada por muitos anos. E a boa notícia é que as emoções não param por aí. O filme ainda reserva outros momentos marcantes, que literalmente tiram o fôlego de quem está assistindo. Não entrarei em detalhes para não estragar a surpresa.

    Na trama, também temos a volta de personagens importantes da franquia, como Benji (Simon Pegg), Brandt (Jeremy Renner) e Luther (Ving Rhames). Com a IMF sendo totalmente dissolvida pela CIA, o trio se torna alvo do diretor Alan Hunley (Alec Baldwin), que quer encontrar Ethan Hunt de qualquer forma. Mal sabe ele que o agente foi capturado por um assassino misterioso em Londres. Depois de ser ajudado pela agente Ilsa Faust (Rebecca Ferguson), Hunt fica por conta própria na hora de provar a existência do Sindicato, uma organização sinistra que deseja acabar com tudo que envolve sua antiga agência.

    Claro que o retorno do time formado em Protocolo Fantasma (menos Jane, personagem de Paula Patton) é ponto fundamental para o bom desenvolvimento da história, mas a inclusão de Faust é um dos grandes destaques do filme, principalmente por ligar pontos importantes da trama. Mesmo dando a impressão de ser apenas mais um rostinho bonito no início, aos poucos a moça prova que é uma espiã do mesmo nível de Hunt, com habilidades extremas para realizar qualquer tipo de trabalho.

    Atuando como agente dupla, a personagem confunde o espectador o tempo inteiro com as suas verdadeiras intenções. Várias vezes o público terá dúvidas sobre o lado em que ela realmente está: Ethan Hunt ou Sindicato. E isso se deve à direção segura e ágil de Christopher Mcquarrie, que mostra que é bom na hora de construir todos os personagens principais.

    Missão: Impossível – Nação Secreta é uma ótima pedida para quem ama ação e uma boa trama de espionagem. Instigante, sombrio, moderno e ao mesmo tempo divertido, o longa não esquece das tradições da franquia e prova que ela está mais viva do que nunca e pronta para seguir adiante (a produção do sexto filme já foi confirmada).

    Enquanto isso, sua missão (caso decida aceitar) é se dirigir ao melhor cinema a partir do dia 13 de agosto. Para ver um filmaço como esse, a melhor tecnologia do momento precisa estar disponível, afinal de contas, Nação Secreta merece uma atenção especial. Que se acenda o fósforo e comece a tocar a música icônica da franquia composta por Lalo Schiffrin.



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