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    O AMOR PODE DAR CERTO

    Por Celso Sabadin
    11/05/2007

    Exibido no Festival de Toronto, mas sem lançamento comercial nos cinemas dos EUA, o romance O Amor Pode Dar Certo chega ao circuito brasileiro com cara e jeitão de filme feito para a TV.

    O Amor Pode Dar Certo não perde tempo com introduções e logo em sua primeira cena entra direto no assunto: o protagonista quarentão Griffin (Dermot Mulroney, de O Casamento do Meu Melhor Amigo) descobre que tem um câncer em estágio terminal. Após um breve instante de perplexidade, ele decide não contar a notícia para ninguém e viver seus últimos momentos com alegria e dignidade, na medida do possível. Griffin conhece a bela Sarah Phoenix (Amanda Peet, de Syriana - A Indústria do Petróleo), se apaixona por ela e passa a viver um dilema - literalmente - de vida ou morte: ele teria o direito de entrar na vida de uma pessoa, mesmo sabendo que a morte está próxima? Por outro lado, Sarah também tem algo a esconder, o que não deve ser dito aqui para não estragar a história.

    O Amor Pode Dar Certo é um remake de Griffin and Phoenix: A Love Story, filme feito para a TV protagonizado por Peter Falk e Jill Clayburgh em 1976. Na época, na esteira do grande sucesso Love Story (1970), talvez o filme se justificasse, mas hoje soa redundante e, até certo ponto, ingênuo recontar a mesma história novamente. Mesmo porque o estreante diretor Ed Stone realiza um trabalho morno e sem atrativos. Percebe-se que Stone sempre busca algum "grande momento espetacular" para sua obra, mas, pouco inspirado, o filme é cheio de boas intenções que se perdem pelo caminho.