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    O ESCORPIÃO REI

    Por Celso Sabadin
    22/05/2009

    O personagem O Escorpião Rei, coadjuvante em O Retorno da Múmia, ganhou um filme só para ele. Mas não se trata de uma continuação da saga estrelada por Brendan Fraser, que sequer aparece nesta nova produção. Pelo contrário, O Escorpião Rei é uma espécie de prólogo que explica os fatos que levaram o grandalhão guerreiro Matthayus ao posto de Rei, muito antes de qualquer explorador ocidental pisar no Egito.

    A história, basicamente, não existe. O que não chega a ser exatamente uma surpresa para um filme que tem como ator principal o hexa-campeão mundial de "Wrestling" (no Brasil, a popular Luta Livre) Dwayne Johnson, codinome The Rock. Há apenas uma tênue linha de roteiro: Matthayus (The Rock) sai à procura do tirano Memnon (Steven Brand) para vingar a morte de seu irmão. Pelo caminho, ele arregimenta dois importantes aliados: a bela feiticeira Cassandra (a havaiana Kelly Hui) e o grandalhão guerreiro Balthazar (Michael Clarke Duncan, de À Espera de um Milagre). O resto é uma sucessão de correrias, pancadaria e destruição que mais parece um videogame que propriamente uma obra cinematográfica.

    Dirigido por Chuck Russel (o mesmo de O Máskara), O Escorpião Rei tem pelo menos a vantagem de não se levar a sério. Assumidamente, o filme é apenas uma grandiosa diversão de US$ 60 milhões de orçamento, na linha do antigo Conan, o Bárbaro. Ou dos (mais antigos ainda) filmes épicos de baixo orçamento que a Itália produzia nos anos 50 e 60.

    Levar pipoca é fundamental.

    22 de abril de 2002
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    Celso Sabadin é jornalista e crítico de cinema da Rádio CBN. Às sextas-feiras, é colunista do Cineclick. celsosabadin@cineclick.com.br