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    TEMPESTADE: PLANETA EM FÚRIA

    Longa se entrega a clichês do gênero
    Por Iara Vasconcelos
    19/10/2017
    5/10

    TEMPESTADE: PLANETA EM FÚRIA

    12
    Ação

    Filmes sobre desastres naturais não são exatamente uma novidade em Hollywood. Por isso, não é difícil que produções com essa temática acabem caindo no lugar comum.

    O mais recente exemplo de filme fundamentado em clichês sobre o fim do mundo é Tempestade: Planeta Em Fúria, produção que traz Gerard Butler (300, Deuses Do Egito) como protagonista.

    Na trama, Butler interpreta Jake, um (quase) anti-herói de personalidade forte e extremamente orgulhoso. Retratado como um pai ausente e levemente inconsequente, ele acaba sendo a única esperança de salvar o mundo depois que uma rede de satélites projetada para controlar o clima global, chamada de Dutch Boy, é sabotada e começa a atacar a própria terra.

    A partir daí, Jake e seu irmão Max (Jim Sturgess) terão que deixar as diferenças de lado para investigar quem pode estar por trás do plano malígno e evitar que uma tragédia climática de proporções gigantescas mate uma parcela da população mundial.

    O longa flerta bastante com teorias da conspiração, entretanto as motivações que levam o antagonista principal a tramar contra a humanidade não parecem ser consistentes o bastante, tornando esse arco um pouco banal.

    Além disso, o filme parece querer forçar uma resposta sentimental do espectador, mas acaba abusando da emotividade genérica, sempre acompanhada de uma trilha sonora triste e uma frase de efeito motivacional e que soa pouco genuína.

    Pelo menos, o longa vai ao ponto rapidamente e não faz rodeios quanto ao desenrolar da narrativa. As cenas de ação dão um fôlego a mais ao último ato e, no geral, são bem feitas, apesar do uso excessivo do CGI em algumas delas.

    Tempestade: Planeta em Fúria acaba não trazendo nada de novo e falha na tentativa de ser tão relevante quanto outras obras do gênero como O Dia Depois De Amanhã e Armageddon.