UM CRIME DE MESTRE

UM CRIME DE MESTRE

(Fracture)

2007 , 113 MIN.

14 anos

Gênero: Suspense

Estréia: 11/05/2007

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Gregory Hoblit

    Equipe técnica

    Roteiro: Daniel Pyne, Glenn Gers

    Produção: Charles Weinstock, Louise Rosner

    Fotografia: Kramer Morgenthau

    Trilha Sonora: Jeff Danna, Mychael Danna

    Estúdio: Castle Rock Entertainment, M7 Filmproduktion, New Line Cinema, Weinstock Productions

    Montador: David Rosenbloom

    Distribuidora: PlayArte

    Elenco

    Anthony Hopkins, Billy Burke, Bob Gunton, David Strathaim, Embeth Davidtz, Fiona Shaw, Gary Carlos Cervantes, Garz Chan, Gonzalo Menendez, Josh Stamberg, Judith Scott, Larry Sullivan, Petrea Burchard, Rosamund Pike, Ryan Gosling, Valerie Dillman, Wendy Cutler, Xander Berkeley, Zoe Kazan

  • Crítica

    11/05/2007 00h00

    Não é, nem será o melhor suspense policial do ano, mas cumpre o que promete: um bom entretenimento, bem dirigido e com um roteiro intrigante. Assim é Um Crime de Mestre, novo filme do diretor Gregory Hoblit, o mesmo de As Duas Faces de um Crime e Possuídos.

    A trama fala de Ted (Anthony Hopkins), um engenheiro que atira friamente na sua mulher adúltera, confessa o crime, se entrega para a polícia e não deseja sequer um advogado para defendê-lo. E mais: ele tem certeza absoluta que será absolvido. Como? Usando e abusando das brechas da lei. Por outro lado, o jovem promotor Willy (Ryan Gosling, numa interpretação que lembra muito Edward Norton), designado para condenar Ted, está com a cabeça longe do caso, muito mais preocupado com seu futuro novo emprego num poderoso escritório de advocacia. Estes fatores combinados poderão levar à absolvição total do frio criminoso.

    Um Crime de Mestre nos faz recordar dos antigos episódios do seriado de TV Columbo. A estrutura é muito parecida. Tudo começa com uma pessoa de classe alta praticando um crime que o espectador acompanha em sua totalidade. A idéia é tornar o público ciente de todos os detalhes do assassinato e travar com o espectador um jogo de lógica e suposições até a virada final, quase sempre surpreendente. Neste sentido, Um Crime de Mestre não decepciona. Talvez a trilha sonora seja redundante e insistente demais (como tem acontecido na maior parte da produção comercial norte-americana), e talvez Anthony Hopkins esteja um pouco careteiro demais, mas mesmo assim, como entretenimento que não ofende a inteligência do público, o filme é eficiente. O que não é pouco.



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