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    VIOLAÇÃO DE CONDUTA

    Por Roberto Guerra
    22/05/2009

    Desde que fez o bom Thomas Crown - A Arte do Crime (1999), remake de Crown, O Magnífico, o diretor John McTiernan não consegue acertar a mão. Rollerball, que dirigiu em 2001, foi um fiasco de crítica e público. Seu novo longa, Violação de Conduta (Basic, EUA, 2003), que chega nesta sexta-feira 10 às salas brasileiras, não chega a ser ruim como Rollerball, mas está bem aquém da capacidade de McTiernan que, para quem não se lembra, foi o responsável por ótimos filmes de ação como Duro de Matar, O Predador e Caçada ao Outubro Vermelho.

    Na semana passada, o ator Samuel L. Jackson esteve no Brasil para divulgar o longa, exibido na mostra Premiére América do Festival do Rio. No filme, Jackson interpreta o sargento Nathan West, um tipo indigesto e odiado por seus comandados devido aos seus recorrentes excessos. A trama propriamente dita começa quando West e um grupo de soldados partem para um exercício de guerra nas florestas do Panamá e desaparecem. Algum tempo depois, apenas dois integrantes do grupamento reaparecem, e com versões diferentes do que supostamente teria acontecido. Entram em cena, então, a tenente Julia Osborne (Connie Nielsen) e um ex-oficial do Exército perito em interrogatórios (John Travolta), que unem forças para tentar descobrir o que realmente se passou.

    A partir daí, vão surgindo diferentes versões dos acontecimentos, uma mais complicada que a outra. São tantas reviravoltas ao longo do filme que, em determinado momento, é impossível não se sentir perdido. Talvez, no afã de não apresentar um desfecho óbvio, McTiernan tenha exagerado. Uma coisa é certa, é impossível descobrir o final da trama.