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    Nos 17 anos de A Paixão de Cristo, veja outras representações polêmicas de Jesus

    Especial de Natal do Porta dos Fundos também deu o que falar
    Por Duda Smilari
    19/03/2021 - Atualizado há 24 dias

    Não é de hoje que o cinema desagrada alguns, principalmente quando um longa pretende representar uma imagem divina. Internacionalmente, algumas representações são vistas de maneira mais conceitual, mas no Brasil muitas pessoas ficam incomodadas com a imagem divina sendo exibida em vão.

    Além da visão mais conservadora nacional, alguns longas, entretanto, também causaram polêmicas grandes lá fora, e A Paixão de Cristo é um exemplo disso. O longa com Mel Gibson, que retrata as últimas doze horas da vida de Jesus de Nazaré, gira em torno do dia de sua crucificação em Jerusalém. O filme em si causou uma ideia diferenciada vinda do público, principalmente dos Judeus. A comunidade judaica presente nos Estados Unidos, queria boicotar a sua estreia, alegando que o longa promovia o antissemitismo (o conceito que representa o judeus de forma hostil e preconceituosa).

    Entretanto, no Brasil não seria diferente, e podemos provar com outras representações do divino que causaram polêmicas em sua exibição.

    Teocracia em Vertigem

    Cena de Teocracia em VertigemReprodução

    Um exemplo dessas representações que viralizou recentemente de forma negativa, foi o especial do Porta dos Fundos de Natal. O canal de comédia que conta com Fábio Porchat, Gregório Duvivier e Rafael Portugal, já é conhecido por abordar temas políticos de forma satírica. O problema é que usaram a imagem de Jesus como um homem comum de bar, ao lado de prostitutas, e isso desagradou muitos. 

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    O Auto da Compadecida

    Cena de O Auto da CompadecidaReprodução

    Outro longa que deu o que falar foi O Auto da Compadecida, do escritor Ariano Suassuna. Com um roteiro voltado para a satirização em torno de João Grilo e Chicó, pessoas com condições bem baixas de vida, que acabam morrendo e precisam ser julgados para entrar no Paraíso.

    O filme, que traz um elenco de peso com Selton Mello, Fernanda Montenegro e Matheus Nachtergaele, é um marco do cinema nacional. Há quem alegue, no entanto, que esse tipo de representação satírica nada mais é que um desrespeito à imagem divina.

    Mas e você, gosta dessas representações de Jesus no cinema?