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    Angelina Jolie se defende das novas críticas feitas por grupo ativista

    Por Da Redação
    02/12/2010

    Alvo de constantes problemas, o filme que marcará a estreia de Angelina Jolie (Salt) na direção continua arranjando confusões. O grupo Mulheres Vítimas da Guerra, formado por mulheres ativistas bósnias, vítimas de violência sexual, já havia protestado contra a produção alguns meses atrás, citando o enredo do filme como um desrespeito a elas já que, supostamente, a trama consistiria em uma mulher muçulmana sendo violada em e então se apaixonando por seu agressor sérvio.

    Desta vez, o grupo enviou uma carta à ONU, entidade da qual a atriz é embaixadora da Boa Vontade, para que Jolie fosse retirada do cargo, já que ela se mostrou “ignorante” sobre o assunto. "Nós insistimos em encontrar Angelina Jolie para que não sejamos mal representadas pelo mundo, nossas vozes são duradouras e nós deveríamos ter recebido muito mais respeito", afirma parte da carta enviada.

    A atriz e diretora, que até então havia apenas pedido que “as pessoas guardassem seu julgamento até assistir o filme”, conversou com a Reuters em Paris e demonstrou um comportamento mais defensivo. “A maioria das pessoas, incluindo a população, o elenco, o primeiro ministro e o presidente foram extremamente encorajadores”, explica a atriz, que ainda afirmou que os rumores sobre as cenas de estupro são completamente infundadas.

    O filme, que por enquanto recebe o nome de Untitled Love Story, continua sem previsão de lançamento, mas já foi filmado, inclusive em duas línguas e receberá um possível tratamento em preto e branco.