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    Há 18 anos, The Rock visitava a Amazônia pela primeira vez

    'Bem-Vindo à Selva' trazia ação ao Brasil, mas foi filmado no Havaí
    Por Daniel Reininger
    02/04/2022 - Atualizado há cerca de 2 meses

    Há 18 anos, The Rock embarcava nesta aventura acontecida num "Brasil" filmado no Havaí no filme Bem-Vindo à Selva. Ele interpreta Beck, um cara contratado para viajar até a selva amazônica, onde deverá resgatar Travis (Sean William Scott, de American Pie), uma filhinho de papai que teima em encontrar uma valiosa relíquia indígena. 

    Relembre o longa:

    O filme

    Na trama, Beck (The Rock) é um cara que não sai à procura de encrencas e também não gosta de causar problemas para ninguém. Infelizmente, eliminar problemas do mapa é a razão para qual ele foi contratado e existe um último 'probleminha' que ele terá de resolver antes de dar o assunto como encerrado. 

    E este, por sinal, não para de ficar cada dia mais emaranhado, tal como a selva Amazônica, lugar para onde ele foi enviado na superprodução "Bem-vindo à Selva" (The Rundown).No centro deste 'pepino' está o espertalhão chamado Travis (Seann William Scott), um picareta tagarela cujo pai contratou Beck para resgatá-lo de uma aventura prolongada no Brasil. 

    Travis, porém, acaba provando a Beck poder servi-lo mais do que ele esperava, não somente porque fala demais ou por sua forte relutância em retornar, mas em função de outras complicações que ele traz consigo: Mariana (Rosario Dawson), uma habitante local que não é de brincadeira e que guarda a resposta dos mistérios escondidos da selva, e Hatcher (Christopher Walken), um déspota desvairado que fez da selva e de seus habitantes sua fonte geradora de riqueza, um império em mina de ouro.

    Opinião

    Veja parte de nossa crítica da época: "Reedição melhorada (com mais humor, montagem clipada e boa produção) dos antigos filmes de pancadaria que fizeram sucesso na Era Reagan, nos anos 80, época de Stallone, Schwarzenegger, Chuck Norris e similares. A idéia é sempre a mesma: alardear que o terceiro mundo é uma droga e que só pode encontrar esperança de redenção através da intervenção violenta dos EUA. 

    Aqui, porém, há um sub-texto ainda mais direitista, típico da era Bush: o herói, que a princípio não admite armas de fogo, se deixa seduzir por elas na cena inicial, num claro recado contra o desarmamento. Mas, quem não se importa com nada disso, pode, simplesmente, deixar o bom senso de lado e se devertir com esta "sessão da tarde" explosiva.

    Para os brasileiros, o filme tem um sabor especial. A equipe de produção fez um trabalho quase perfeito ao recriar, no deserto da Califórnia, uma convincente vila brasileira, onde não faltam caixas de Brahma, letreiros em bom português, bandeiras de times cariocas e até uma propaganda de Schincariol. Só faltou ensinar português de verdade aos nativos "brasileiros", donos de um terrível sotaque sabe-se lá de onde."

    Leia a crítica completa.

    Assista

    O divertido filme de ação está no Youtube Movies, Google Play e Apple TV para aluguel.

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