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    Relembre o crime bárbaro cometido por Elize Matsunaga

    O assassinato de Marcos Matsunaga, ocorrido em 2012, ganhou série na Netflix
    Por Thamires Viana
    22/06/2021 - Atualizado há 22 dias

    Nesta quinta-feira, 08 de julho, chegou ao catálogo da Netflix a série documental Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime, atração que relembra o assassinato que chocou o país em 2012. 

    Com o primeiro trailer já divulgado pela plataforma, o material conta a história de Elize, mulher que matou e esquartejou o marido Marcos Matsunaga em 2012 e que hoje cumpre pena no presídio de Tremembé, no interior do estado de São Paulo.

    Além de trazer uma entrevista inédita com a acusada, Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime também aprofunda os detalhes do crime com depoimentos de investigadores e advogados envolvidos no caso, além de revisitar o passado e relacionamento de Elize com Marcos.

    Aproveitando a estreia que já está dando o que falar, confira o trailer oficial da série e relembre o caso: 

    Trailer oficial

    Relembre o caso Matsunaga:

    Elize e Marcos Kitano Matsunaga, presidente da empresa Yoki, se conheceram em 2004 em um site de relacionamentos. Como ele era casado, mantiveram um romance extraconjugal até 2009, quando ele se separou para casar com a jovem.

    Porém, em 2012, Elize passou a desconfiar que estava sendo traída e contratou um detetive para descobrir a verdade. No dia 19 de maio de 2012, quando confirmou que Marcos tinha uma amante, Elize antecipou o retorno de uma viagem feita ao Paraná para interrogar o então marido sobre o caso.

    Durante uma briga, Marcos foi assassinato com um tiro à queima-roupa por Elize. Para evitar que a polícia descobrisse seu envolvimento no crime, a mulher esquartejou o marido em seis partes - cabeça, tórax, braços e pernas - e o embalou em sacos plásticos. Por ter estudado enfermagem, Elize sabia como desmembrar um corpo sem levantar suspeitas.

    No dia seguinte, ela levou as malas até uma estrada em Cotia, interior de São Paulo, mas três dias depois o corpo foi encontrado e as investigações apontaram Elize como a principal suspeita.

    Em junho do mesmo ano, a mulher confessou o crime e participou da reconstituição do caso. Ela foi condenada em 2016 a 19 anos, 11 meses e 1 dia de pena por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. 

    Atualmente ela está presa em regime semiaberto na Penitenciária de Tremembé.

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