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    Clint Eastwood é uma lenda viva do cinema

    Diretor lançou 'Cry Macho' nos cinemas recentemente
    Por Da Redação
    26/09/2021 - Atualizado há 27 dias

    Muitos diretores conseguem ter uma carreira longeva. Mas poucos são aqueles que conseguem fazer história. Já Clint Eastwood, conseguiu fazer ambos. 

    Na última semana, o diretor estreou Cry Macho: O Caminho para Redenção, longa no qual dirige e atua mostrando que ainda tem muito fôlego para estar na frente e atrás das câmeras — em simultâneo. 

    E aos 91 anos de idade, ele não demonstra sinais de cansaço ou uma aposentadoria em breve. Muito pelo contrário, Eastwood nunca esteve tão disposto quanto em seu último filme. 

    Com uma carreira iniciada durante os anos 1950, podemos, devidamente, afirmar que Clint Eastwood é uma lenda viva do cinema. Veja a seguir mais destaques de sua imensa e importante carreira. 

    Clint Eastwood já dirigiu mais de 40 filmes e atuou em mais de 130Reprodução

    Goste ou não, Clint Eastwood é, hoje em dia, um ícone vivo da cultura pop norte-americana. O que vem a ser irônico sobre tal afirmação é que, no início da sua carreira, eram os próprios americanos que não tinham certeza disso. Afinal de contas, o público comumente o confundia com um ator italiano. Mas não à toa, já que Eastwood iniciou a carreira em produções Spaghetti — isto é, faroeste italiano. 

    Contudo, o ator viu um aumento da sua popularidade graças à Trilogia dos Dólares, dirigida pelo também ícone do cinema Sérgio Leone: Por um Punhado de Dólares (1964), Por Uns Dólares a Mais (1965) e, o mais lembrado de todos, Três Homens em Conflito (1966). Sua participação nos filmes também foi responsável por, de cara, instituir o que Eastwood representava para o cinema naquele momento — e o tema que perpetuou por toda a sua carreira: virilidade. 

    Poderoso-machão em Três Homens em Conflito (1966)Divulgação

    Respeito é tudo

    Foi também graças ao diretor Don Siegel que a imagem de durão se estabeleceu na década seguinte, com títulos como Meu Nome é Coogan (1968), Dirty Harry (1971), O Estranho Que Nós Amamos (1971) e Alcatraz - Fuga Impossível ou Fuga de Alcatraz (1979).

    Em 1979, Eastwood fez sua grande estreia na direção, que mudaria o curso da sua carreira completamente. Seu primeiro longa por trás das câmeras foi Perversa Paixão, no qual também atua. Na produção Clint viveu um DJ que sofre com o fanatismo de uma fã chamada Evelyn Draper (Jessica Walter). 

    Sua versatilidade, seja na frente ou atrás das câmeras, sempre foi muito bem recebida. Especialmente pela indústria. Ao longo das décadas, Eastwood recebeu onze indicações ao Oscar, como produtor, ator e diretor. 

    Ele venceu o prêmio em duas ocasiões diferentes. A primeira, em 1993, por Os Imperdoáveis, em seu retorno aos faroestes, por melhor filme e melhor direção. Já a segunda foi apenas em 2005 com Menina de Ouro (2004), novamente repetindo a dupla de ouro: direção e produção.

    Eastwood levou a melhor no Oscar de 1993Reprodução

    Calor humano

    Embora personagens viris tenham dado o tom à sua carreira, Clint também interpretou homens sensíveis, como em As Pontes de Madison (1995), no qual contracenou ao lado de Meryl Streep, e que é tido como um dos seus melhores filmes. 

    Aliás, existem alguns longas na sua carreira que demonstram a sua afinidade pelo sensível, como Sobre Meninos e Lobos (2003), Menina de Ouro (2004) e Gran Torino (2008), muitos dos quais mexem de corpo e alma com os fãs e críticos. 

    Na última década seus filmes deixaram de fazer estardalhaço, mas o importante é que o machão continua ativo e oferecendo aos seus fanáticos o que eles sempre gostaram nele: pouca falação e muita ação.

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