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    Conheça grandes diretores que começaram com filmes trash

    O remake de Morte do Demônio, dirigido por Fede Alvarez, estreia nesta sexta-feira.
    Por Daniel Reininger
    17/04/2013

    O remake de A Morte do Demônio, dirigido por Fede Alvarez, estreia nesta sexta-feira (19). Com tanta hype sobre a produção, Sam Raimi, diretor do filme original e de Homem-Aranha, voltou a ser lembrado como mestre do terror. Afinal, ele começou sua carreira com um dos filmes mais sangrentos do cinema, com cenas angustiantes que não deixam o espectador relaxar.

    Pois é, A Morte do Demônio, de 1982, é um ícone dos filmes trash, aqueles de baixo orçamento e estética exagerada. O diretor se consagrou ao realizar um dos melhores terrores de todos os tempos. Ele redefiniu o gênero com temática sobrenatural e abusou do gore, maquiagens bizarras e ação alucinada. O longa até ganhou status de cult.

    Só que Raimi não foi o único. Você pode não imaginar, mas o diretor de O Hobbit e O Senhor dos Anéis, Peter Jackson, também começou no gênero com Trash - Náusea Total, com pouca grana e muita criatividade. Aqui o diretor já demonstrava seu talento como contador de histórias fantásticas e efeitos divertidos. Depois ele fez Fome Animal, mais famoso e menos exagerado, mas igualmente divertido.

    John Waters
    , famoso por Hairspray - E Éramos Todos Jovens, chocou o mundo em 1972 com Pink Flamingos, polêmico e violento, apresentava um roteiro politicamente incorreto e com muito humor negro. Na época ele foi depreciado por críticos e colocado no patamar do mais polêmico longa-metragem de todos os tempos. Hoje é um clássico cult.

    John Carpenter, de Fuga de Nova York, começou com Dark Star, em 1974, um filme pesado, responsável por redefinir o estilo Sci-fi. Com um roteiro original e efeitos toscos, o filme fez a criatividade de Carpenter ser reconhecida em Hollywood.

    Robert Rodríguez ficou famoso por Sin City, mas começou com o violento El Mariachi. Ao longo dos anos, o diretor nunca deixou a estética trash de lado, mesmo na direção de filmes de grande orçamento. O seu recente Machete é um grande exemplo de como usar e abusar do estilo, embora seu orçamento esteja longe de ser baixo.

    Percebeu como criatividade não tem limites? Não é porque falta grana que o filme não pode ser bom, mesmo que seja para arrancar risadas dos fãs do gênero.