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    Crepúsculo é processado por perversão sexual e racismo

    O filme também é acusado de violência doméstica
    Por Daniel Reininger
    18/12/2013

    Você não leu errado o título, não. A saga Crepúsculo, aquela histórinha do amor puro entre o vampiro que brilha e a garota deprimida, se tornou alvo de um processo judicial por perversão sexual e racismo. Pois é.

    O estúdio Between the Lines Productions, responsável pela paródia TwiHarder, acusa a saga de vampiros de ter como ponto central a "luxúria e eventuais relações sexuais entre uma garota de 17 anos, Bella Swan (Kristen Stewart), e um personagem masculino, Edward Cullen (Robert Pattinson), que tem quase 100 anos a mais".

    Na questão do racismo, eles afirmam que o filme traz "estereótipos unidimensionais sobre nativos norte-americanos e a cultura indígena, por meio da representação do personagem Jacob Black (Taylor Lautner) como um "bom selvagem", "guerreiro sedento por sangue" e "predador sexual". E enfatiza hierarquias sociopolíticas e poder econômico baseados na "cor da pele em vez de traços de personalidade ou realizações".

    O estúdio da paródia também acusou a saga vampiresca de retratar a violência doméstica. Então tá.

    A ação judicial contra as produtoras do filme - a Lionsgate e a Summit - acontece porque as empresas supostamente tentaram impedir a produção da comédia com ameaças legais infundadas.

    Segundo o Yahoo, essa é a segunda vez que A Between the Lines tenta processar os estúdios de Crepúsculo. Anteriormente, ela pediu US$ 500 milhões pela suposta sabotagem de TwiHarder. No dia seguinte à acusação, a produtora desistiu do processo. Por que será, não?