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    Diretor apresenta cenas de 10.000 a.C.

    Por Da Redação
    08/12/2007

    O diretor alemão Roland Emmerich (Independence Day, O Dia Depois de Amanhã) esteve em São Paulo para apresentar algumas cenas de sua nova superprodução, 10.000 a.C.. O evento, para exibidores e imprensa, contou com a presença do diretor e do produtor do filme, Michael Wimer. Na ocasião, o cineasta comentou algumas cenas do longa. "Sempre tenho pesadelos antes deste primeiro momento de mostrar um filme", brincou o diretor.

    10.000 a.C., como diz o título, mostra uma aventura durante a pré-história. "Quisemos condensar milhares de ano em 100 minutos de filme", explica Emmerich. "Não é um documentário nem uma aula de história. Pesquisamos sobre civilizações e animais antigos, mas existe muito de fantasia, pois misturamos estágios evolutivos e o choque entre as culturas", completa o cineasta. "Acredito que os caçadores nunca encontraram construtores de pirâmides, muito menos que mamutes tenham sido usados para esse trabalho."

    O herói do filme é o jovem D'Leh (Steven Strait), membro de uma tribo que caça mamutes, basicamente. Ele é apaixonado por Evolet (Camilla Belle, de Quando um Estranho Chama). Quando uma outra tribo - "demônios de quatro patas", Emmerich explica, usando as palavras da própria tribo principal, que os desconhece os inimigos até então - chega seqüestrando jovens e mulheres para serem seus escravos, o protagonista percorre o mundo para libertar sua amada. "É quando exploram o mundo pela primeira vez, encontrando novos povos e animais", revela.

    "Para filmar, fomos praticamente até o fim do mundo, como os próprios personagens do filme", conta Emmerich. As filmagens de 10.000 a.C. ocorreram na Nova Zelândia (país co-produtor do longa, ao lado dos EUA) e no continente africano. "O mais complicado foi lidar com a logística, já que viajamos a diversas partes do mundo", explica. "Descobrimos que a melhor parte desse trabalho não é conhecer as paisagens, mas principalmente o rosto das pessoas ao redor do planeta", completa. O produtor Michael Wimer também destaca a dificuldade que tiveram pelo filme ser quase todo filmado em áreas abertas. "Na Nova Zelândia, os atores quase congelaram tendo de filmar na neve, que não parava de cair." Na África, eles construíram o que provavelmente é a maior maquete já feita para o cinema. "Foi maravilhoso, mas muito difícil. Espero que o próximo filme do Roland seja mais fácil", completa o produtor, que trabalha com o diretor há mais de dez anos.

    10.000 a.C. conta com muitos efeitos especiais. "Sempre mostro o roteiro para a supervisora de efeitos especiais e, em O Dia Depois de Amanhã, ela teve dificuldades com cenas aquáticas; neste, há muitos animais com pêlos. Ela disse que esses tipos de efeitos são como o Santo Graal dos efeitos visuais", explica o diretor. "Neste filme, então, misturei cenas com ambos", completa.

    O projeto de 10.000 a.C. existe há 10 anos e, somente na pré-produção, a equipe levou um ano. Sua estréia está prevista para 7 de março de 2008.