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    Elvis e seu empresário tinham relação conturbada; descubra a sinistra história real

    Cinebiografia 'Elvis', dirigida por Baz Luhrmann, chega em breve aos cinemas
    Por Daniel Reininger
    22/06/2022 - Atualizado há 15 dias

    Elvis, cinebiografia de Elvis Presley dirigida por Baz Luhrmann (Moulin Rouge - Amor em Vermelho), destaca a rebeldia do astro do rock. Protagonizado por Austin Butler (Elvis Presley) e Tom Hanks (Coronel Tom Parker), Elvis investiga a enigmática dinâmica entre o Rei do Rock e seu empresário ao longo de 20 anos.

    E foi uma relação conturbada. Conheça a história real por trás do Rei do Rock:

    Elvis Presley

    Elvis Aaron Presley nasceu no dia 8 de janeiro de 1935, em East Tupelo, no estado do Mississippi, Estados Unidos. 

    Ele foi apelidado de "Rei do Rock and Roll", ou simplesmente "O Rei" por ser considerado um dos ícones culturais mais significativos do século XX, afinal, fez uma série de aparições bem-sucedidas na televisão, colocou suas músicas no topo das paradas de sucesso e se tornou a principal figura do rock and roll.

    Entretanto, por trás de Elvis, uma figura sinistra controlava cada passo do cantor: Seu abusivo empresário, Coronel Tom Parker.

    Coronel, uma figura sinistra

    Durante a década de 1930, o coronel trabalhava com o "Royal American Shows", um circo que viajava pelos Estados Unidos e Canadá em um trem particular de 70 vagões. 

    Tom foi quem definiu a proposta artística de Elvis, afinal, ele acreditava que somente o talento musical não era o bastante e Elvis tinha que ser um artista completo, além de cantar bem, teria que dominar a arte da interpretação.

    Ele pode ter feito Elvis ser quem é, mas seu mau temperamento o precedia.

    Segundo alguns historiadores, o relacionamento dele com Elvis era estritamente profissional, mas isso não deixou de afetar o cantor psicologicamente. Tom Parker nunca permitiu que Elvis fizesse shows fora dos Estados Unidos, com exceção de cinco shows em 1957 no vizinho Canadá, pois ele tinha medo de ter seu passaporte checado por causa de um passado sombrio na Holanda.

    Sua relação com Elvis era de domínio total. Parker decidia quais músicas Elvis devia gravar e era quem aprovava os roteiros dos filmes de Elvis em Hollywood, mesmo sem saber ler.

    Na gravadora RCA, ele era conhecido por ser cruel com subalternos. Das músicas que Elvis gravou, só gostava de Are You Lone­some Tonight. 

    Segundo relatos, o coronel até mesmo decidia sobre as suas amizades e até com quem o Rei do Rock deveria se relacionar. Foi ele quem pressionou Elvis a casar com Priscilla, em 1967, quando ela ficou grávida de Lisa Marie. 

    Parker, no fim da carreira de Elvis, cobrava 50% de seus ganhos, ao invés dos costumeiros 10%, e costumava dizer que “Elvis é quem tira 50% de tudo que eu ganho".

    Segundo a jornalista Alanna Nash, autora do livro The Colonel – The Extraordinary Story of Colonel Tom Parker and Elvis Presley (2003), Elvis era vítima dessa relação abusiva, mas não conseguia fazer nada a respeito. “Ele não conseguia lar­gá-lo, pois essa era a única vida que conhecia”, escreveu ela. 

    O filme

    Elvis tem roteiro assinado pelo visionário Baz Luhrmann, em parceria com o trio Sam Bromell, Craig Pearce e Jeremy Doner. O longa traz no elenco nomes como Helen Thomson, Richard Roxburgh e Olivia DeJonge, além de Austin Butler (Elvis Presley) e Tom Hanks (Coronel Tom Parker).

    O longa é um mergulho na complexa relação de Elvis Presley e seu empresário, o coronel Tom Parker. Durante mais de 20 anos, eles trabalharam lado a lado, desde a ascensão do cantor até seu estrelato. Outra figura que fez parte dessa jornada foi Priscilla Presley, uma das pessoas mais importantes na vida do Rei do Rock.

    Com distribuição da Warner Bros., Elvis chega aos cinemas no dia 14 de julho.

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