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    Estúdios disputam sucessor de A Bruxa de Blair

    Por Da Redação
    07/08/2001

    "Um dia, um homem de idade entra em uma floresta atrás de seu gato perdido. Encontra uma criança sem pais e um assassino sem vítima." Esta é a sinopse oficial de Soft for Digging, que já virou febre nos sites sobre filmes independentes de terror. A produção, que custou a bagatela de US$ 6 mil, já é uma das mais pirateadas da rede.

    O filme é ambientado em uma floresta, onde um ermitão testemunha sem querer o assassinato de uma garotinha e segue o criminoso até um orfanato. Quase não há diálogos nos 74 minutos de duração e o clima é dos mais assustadores. Segundo seu realizador, JT Petty, ele é uma homenagem a obras como Nosferatu (1922), de Murnau. Infelizmente, o trailer de Soft for Digging só pode ser visto em Macintosh.

    JT Petty é ex-aluno da escola de cinema da Universidade de Nova York. Quando se formou em 1998, apresentou Soft for Digging como trabalho de conclusão do curso, gastando apenas dez dias em sua execução. Atualmente, o cineasta escreve roteiros de games.

    A nova sensação da Internet está sendo apenas exibida em sessões especiais e festivais, como o Festival de Cinema de Nantucket e o Festival de Melbourne, na Austrália, onde causou frenesi entre executivos de grandes estúdios que acreditam ser este a repetição do sucesso de A Bruxa de Blair, que também foi realizado com pouca verba, por cineastas estreantes, e causou furor entre os internautas.