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    Festival de Vitória: bons curtas e longa de zumbi são destaques do primeiro dia

    Evento capixaba segue até 2 de novembro com entrada franca
    Por Roberto Guerra, enviado especial a Vitória
    29/10/2013
    Mar Negro


    Comemorando 20 anos, o Festival de Vitória deu início nesta segunda-feira (28) às mostras competitivas de curtas e longas-metragens. As exibições, abertas ao público, seguem até o dia 2 de novembro no espaço Estação Porto, no Centro da capital.

    A noite de abertura foi integralmente dedicada ao cinema capixaba. Foram exibidos os curtas Casaca, de Orlando Bomfim Netto (que momentos antes recebeu homenagem); Sinal Vermelho, de Naiara Bolzan e Cristina Margon; Reikwaapa, de Ricardo Sá e Wera Djekupe; Nêga do Ébano, de Valentina Krupnova; Fragma, de Eduardo Moraes; e O Congueiro do Santo Preto, de Fábio Carvalho.

    Mar Negro, filme de zumbis dirigido pelo capixaba Rodrigo Aragão, abriu a competição de longas-metragens e encerrou o primeiro dia de evento.

    QUEM BRILHOU

    A seleção de curtas-metragens em disputa pelo troféu Marlim Azul da Mostra Capixaba teve boa média. Os destaques foram o documentário Sinal Vermelho e a ficção Fragma. O primeiro aborda o dia a dia dos artistas de rua que sobrevivem de sua arte na capital do Espírito Santo. O segundo trata do encontro de dois homens cujas lembranças são despertadas pela foto de uma mulher.

    Ambos são muito bem dirigidos, concisos e conseguem nos seus poucos minutos de duração prender a atenção do público e o remeter aos universos abordados – principal desafio de um curta-metragista.

    Logo após a exibição dos curtas, o público curtiu o sanguinolento e engraçado Mar Negro. O filme de Rodrigo Aragão é o terceiro capítulo da trilogia iniciada com Mangue Negro e A Noite do Chupacabras. É ambientado numa vila de pescadores onde uma contaminação de origem desconhecida começa a transformar seres vivos em monstros vorazes.

    A produção tem maquiagem e efeitos visuais convincentes – o mínimo que se espera de um longa do gênero -, mas nota-se também cuidados com narrativa e construção de personagens. O conjunto funciona bem até porque Mar Negro não se leva a sério (o que é bem diferente de não ser feito com seriedade). A comicidade abre espaço para o exagero das situações e o espectador embarca fácil na divertida e gosmenta trama.

    Serviço:
    20º Festival de Vitória
    Quando: de 28 de outubro a 2 de novembro
    Onde: Estação Porto (Avenida Getúlio Vargas, 556, Centro)
    Quanto: Entrada Franca
    Informações sobre programação: FestivaldeVitoria.com