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    6 filmes devem fazer bonito no Oscar 2022; veja

    A grande temporada de prêmios está chegando; veja quais devem ser os grandes filmes do ano
    Por Flávio Pinto
    13/11/2021 - Atualizado há 17 dias

    Fim de ano é sempre a mesma coisa: perto das festas, os maiores estúdios hollywoodianos começam as campanhas e divulgação para os grandes filmes da temporada de prêmios. 

    Não à toa, é de conhecimento público que, ao vencer um Oscar, qualquer título tem a possibilidade de aumentar seu arrecadamento nas bilheterias. 

    No entanto, a essa altura, com tantos títulos ainda sem terem vistos pela crítica, ou com a divulgação ainda um pouco fraca, a divisão entre as apostas certeiras e as possibilidades de aparecer na premiação é um pouco confusa. 

    Por isso, o Cineclick resolveu selecionar os principais filmes com chance de fazer bonito no Oscar 2022. Continue a leitura para saber mais.

    King Richard

    A Academia adora histórias edificantes e da vida real. E King Richard (2021), novo filme de Reinaldo Marcus Green, estrelado por Will Smith — o favorito para levar o prêmio de melhor ator, combina os dois. 

    O filme conta a história real de Richard Williams, o pai e treinador dos famosos tenistas Venus e Serena Williams. King Richard estreia em 2 de dezembro nos cinemas brasileiros.

    The Power of the Dog

    Outro título que promete ir bem é The Power of the Dog, adaptação de um livro de Phil Savage, que retrata uma história tensa e sensual sobre Phil Burbank (Benedict Cumberbatch), um fazendeiro durão trava uma guerra de ameaças contra a nova esposa (Kirsten Dunst) do irmão (Jesse Plemons) e seu filho adolescente (Kodi Smit-McPhee), até que antigos segredos vêm à tona.

    Dirigido por Jane Campion, que, até o início dos anos 00s era somente a segunda mulher a ser indicada ao Oscar de direção, o filme foi amplamente recebido no Festival de Veneza. E aumentando as suas chances de vitória, a Netflix é a distribuidora por trás do título. 

    Belfast

    Descrito de forma simples, a produção conta com a seguinte sinopse: “Um menino e sua família, de classe trabalhadora, vivenciam o tumultuoso final dos anos 1960.” O menino em questão é o próprio diretor — e também ator —, Kenneth Branagh, que emprestou páginas da sua infância para o projeto biográfico. No filme, Branaugh é vivido pelo novato Jude Hill

    Sabendo que Belfast (2021) pode ser resumido como uma obra biográfica da infância de um diretor durante um período significativo da história, e em preto em branco, é muito fácil traçar paralelos entre a nova produção com Roma (2018), filme de Alfonso Cuarón para a Netflix que fez bonito durante a temporada de prêmios do ano em que foi exibido. 

    Contado com a premissa, os nomes envolvidos na produção e a recepção nos festivais, é possível apontar que o filme do diretor britânico consiga ser um grande favorito no momento sem outros títulos na disputa. Mas o que pode vir a impedir a sua vitória futuramente também é justamente isso. 

    The Tragedy of Lady Macbeth

    The Tragedy of Macbeth, primeiro filme solo de Joel Coen (Fargo e Onde os Fracos Não Têm Vez), que ganhou quatro Oscars ao lado do irmão, Ethan Coen, estrelado por sua esposa Frances McDormand (Nomadland) e Denzel Washington (Os Pequenos Vestígios). 

    Produção para a AppleTV+ em parceria com a produtora A24 é um dos principais e mais aguardados longas-metragens deste ano. Segundo criticos que já assistiram, o filme é a grande obra-prima de 2021. 

    Licorice Pizza

    Licorice Pizza gira em torno da história de amor de dois jovens, Alana Kane (Alana Haim) e Gary Valentine (Cooper Hoffman), que vivem em San Fernando Valley durante os anos 1970. Não há muitos detalhes revelados para a imprensa sobre o título em questão, além da sinopse supracitada — que é bem resumida. 

    Licorice Pizza tem todos os elementos com um filme que pode sair vitorioso na grande noite. Primeiro que se trata com uma produção de época. Com o pomposo orçamento de 40 milhões de dólares — e pela prévia do trailer — é possível notar que há muito refinamento nos detalhes técnicos do filme. 

    Sem contar que a Academia vem acenando positivamente sobre filmes que giram sobre história de amor (em 2017, ambos La La Land e Moonlight foram os maiores campões da noite). A presença de figuras da vida real como o produtor Jon Peters e o político enrustido Joel Wachs também fazem com que a produção toque em certos tabus e na contracultura da época, que podem ajudar a elevar o status do título.

    Mas o grande trunfo sobre a produção no maior prêmio do cinema americano se deve ao fato do seu diretor e roteirista, Paul Thomas Anderson, ter sido deixado de lado pelo prêmio anteriormente.

    Spencer

    O que parecia ser apenas um veículo para o talento de Kristen Stewart, favorita absoluta para o prêmio de melhor atriz, tem recebido críticas que vão além da interpretação da personagem principal.

    Segundo os principais críticos, a direção de Pablo Larraín é uma das mais inspiradas do ano. Além disso, outros aspectos técnicos, como figurino, maquiagem, direção de arte e trilha também estão sendo muito louvados.

    Considerando todos os seus elogios e a distribuição da NEON, que levou Parasita à grande vitória em 2020, Spencer pode surpreender bastante.

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