Franquias do cinema nacional

Montamos um top 10 com as maiores franquias nacionais

19/06/2020 08h00

Quando uma coisa é boa, é inevitável que você queira reviver. As franquias nos presenteiam com essa experiência, de imergir em um universo, se apegar e ter a chance de mergulhar novamente naquilo. Histórias que contam capítulos diferentes de uma comédia familiar, de um drama sócio-político que se desenrola sob diversas perspectivas, ou de um mundo imaginário que é cada vez mais surpreendente navegar.

No cinema nacional são vários os exemplos de franquias bem-sucedidas. São elas as responsáveis pelas maiores bilheterias e por levarem o maior número de pessoas às salas de cinema, seja por um quesito afetivo, seja pela curiosidade ou pelo hype criado em torno de suas narrativas. Franquia tem tudo a ver com comunidade, sob a perspectiva de quem produz - ao criar para todos os envolvidos uma família -, e sob a perspectiva de quem consome - ao gerar material quase que interminável para discussão sobre esses filmes.

Montamos um top 10 com as maiores franquias nacionais. Descartamos o período pré-Retomada — movimento que recuperou a saúde da sétima arte brasileira. Ela compreende do início dos anos 2000 até o começo de 2019 e o critério de avaliação é o público, com dados fornecidos pelo Filme B.

Confira o top 10:

10 - Xuxa E Os Duendes


"Xuxa e os Duendes" (2001) teve um público de 2,6 milhões de pessoas e "Xuxa e os Duendes 2" (2002) 2,3 milhões. Somados os dois, um total de 4,9 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

Como já era comum em outros filmes da artista, "Xuxa e os Duendes" foi recebido negativamente pela crítica, no entanto, todos foram unânimes em dizer que representou um avanço em comparação com os anteriores, principalmente pelo fim do excesso de merchandising. O longa custou pouco (R$ 3,8 milhões - ainda assim, o maior orçamento da carreira da apresentadora) e ganhou bastante para a época (R$ 11,6 milhões), sucesso esse, que aliado à figura emblemática da Xuxa, garantiu uma sequência para o ano seguinte. "Xuxa e os Duendes 2" seguiu o mesmo termômetro, de público e bilheteria; também faturou na casa dos R$ 11 milhões.

No primeiro filme, Kira (Xuxa) é uma botânica que possui poderes mágicos, apesar de não saber a origem deles. Até que Nanda (Debby), uma garota de 10 anos, encontra preso em seu quarto um duende chamado Damiz (Leonardo Cordonis) e pede ajuda a Kira para libertá-lo. Logo elas descobrem que Damiz é o príncipe dos duendes e que foi sequestrado por Gorgon (Guilherme Karam), um ganancioso executivo que deseja comprar a casa da família de Nanda. Para ajudar a combater Gorgon, Kira resolve então entrar no mundo dos duendes.

O segundo capítulo da franquia, Kira precisa combater a poderosa bruxa Algaz (Betty Lago). Para isso, ela tem a ajuda de Epifânia (Deborah Secco), a bruxa do bem, do elfo Dáfnis (Thiago Fragoso) e ainda da Rainha Dara (Vera Fisher), a fada mãe.

9 - Carrossel, O Filme

 

"Carrossel: O Filme" (2015) teve um público de 2,5 milhões de pessoas e "Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina" (2016) também 2,5 milhões. Somados os dois, um total de 5,07 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

Baseado na novela homônima, que por sua vez foi inspirada na mexicana "Carrusel" (1989), o primeiro filme de Carrossel teve um custo de R$ 5,7 milhões e arrecadou surpreendentes R$ 27 milhões. O sucesso garantiu uma sequência com o mesmo termômetro, de público e arrecadação: 26,6 milhões.

No primeiro longa, em férias, os alunos da Escola Mundial viajam para o acampamento Panapaná, pertencente ao avô de Alícia. Lá eles participam de uma gincana organizada pelo senhor Campos, que faz o possível para que as crianças se divirtam. Entretanto, a chegada de González (Paulo Miklos) agita o local, já que ele representa uma incorporadora que pretende comprar o terreno do acampamento para transformá-lo em uma fábrica. Para atingir seu objetivo, González e seu fiel parceiro Gonzalito (Oscar Filho) usam de todos os artifícios possíveis, inclusive sabotar o acampamento e difamar Campos.

Na sequência, famosas por conta do sucesso do clipe de PanáPaná na internet, as crianças chamam a atenção de uma estrela da música brasileira, Didi Mel (Miá Mello), que decide convidar toda a galera da Escola Mundial para um de seus shows. No entanto, o que tinha tudo para ser uma ótima excursão ganha ares de filme de terror quando os vilões Gonzales e Gonzalito, recém-saídos da prisão, decidem sequestrar Maria Joaquina (Larissa Manoela).

8 - Os Normais - O Filme


"Os Normais - O Filme" (2003) teve um público de 2,99 milhões de pessoas e "Os Normais 2 - A Noite Mais Maluca de Todas" (2009) 2,1 milhões. Somados os dois, um total de 5,18 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

O filme "Os Normais" agradou a crítica especializada em geral, tendo sido descrito como uma "surpresa positiva" daquele ano, além de ter "graça, simpatia e boa direção". O apelo de um dos casais mais famosos das telinhas fez com que uma sequência fosse encomendada, já que o filme nem fora tão bem assim nas bilheterias. O segundo filme seguiu a receita do primeiro - positivo na crítica e mal na arrecadação - e faturou R$ 8,5 milhões.

No primeiro longa, Vani (Fernanda Torres) e Rui (Luiz Fernando Guimarães) estão prestes a se casar. Ela com Sérgio (Evandro Mesquita), ele com Martha (Marisa Orth). Ambas as cerimônias estão marcadas para a mesma sacristia. É lá que Vani e Rui se conhecem, quando ela lhe pede um pouco de arroz para comemorar o casamento que está para ocorrer.

Na sequência, Rui e Vani já estão completando 13 anos de namoro. Para evitar que o relacionamento deles entre em crise, o casal decide realizar uma grande fantasia. A intenção é apimentar o relacionamento, realizando um ménage à trois. Em busca da parceira ideal, eles sondam uma prima de Vani (Drica Moraes), uma bicampeã de kickboxing (Daniele Suzuki), uma bissexual (Cláudia Raia), uma francesa (Mayana Neiva) e uma garota de programa (Alinne Moraes).

7 - Meu Passado Me Condena


"Meu Passado me Condena" (2013) teve um público de 3,17 milhões de pessoas e "Meu Passado me Condena 2" (2015) 2,64 milhões. Somados os dois, um total de 5,82 milhões de pessoas foram assistir aos longas. Lembrando que ainda tem o terceiro filme, lançado após esse estudo.

O filme de 2013 faturou R$ 18 milhões e teve boa aceitação do público, em um momento de explosão da carreira de Fábio Porchat, o que garantiu uma sequência dois anos depois. "Meu Passado me Condena 2" faturou o dobro: R$ 32,7 milhões.

No primeiro longa, Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) se encontram e é amor à primeira vista. Eles se casam um mês depois de se conhecerem e decidem viajar à Europa em um cruzeiro em lua de mel. Só que, durante a viagem, eles encontram seus antigos namorados, Beto (Alejandro Claveaux) e Laura (Juliana Didone), que hoje estão juntos e também passam sua lua de mel.

Já na sequência, a vida de casado apaixonado de Fábio e Miá cai na rotina quando, as diferenças, que não são poucas, precisam ser enfrentadas. Após Fábio esquecer o terceiro aniversário de casamento, Miá decide pedir um tempo. Quando o avô de Fábio, que mora em Portugal, o comunica que ficou viúvo, ele enxerga nesta viagem para o funeral uma oportunidade de salvar seu casamento.

6 - Os Homens São De Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou


"Os Homens são de Marte.. E é pra lá que eu vou" (2014) teve um público de 1,8 milhão de pessoas e "Minha Vida em Marte" (2018) 5,33 milhões. Somados os dois, um total de 7,1 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

O primeiro filme, em termos de bilheteria, nem foi tão brilhante assim, mas se pagou: R$ 15 milhões. "Minha Vida em Marte", a sequência, teve a mesma base de custo (R$ 8 milhões), mas reuniu cifras muito mais interessantes: R$ 80 milhões.

No longa de 2014, Fernanda (Mônica Martelli), de 39 anos, trabalha organizando a cerimônia mais importante do imaginário feminino - o casamento -, mas é solteira. Forte devota do amor, a produtora lida com os mais diversos tipos de homem e reserva grande parte do seu tempo à procura do par perfeito.

Na sequência, Fernanda já está casada com Tom (Marcos Palmeira), com quem tem uma filha de cinco anos, Joana (Marianna Santos). O casal está em meio ao desgaste causado pelo convívio de muitos anos, o que gera atritos constantes. Quem a ajuda a superar a crise é seu sócio Aníbal (Paulo Gustavo), parceiro inseparável durante a árdua jornada entre salvar o casamento ou pôr fim a ele.

É interessante a relação dos títulos da franquia com a jornada da protagonista.

5 - De Pernas Pro Ar 


"De Pernas pro Ar" (2010) teve um público de 3,56 milhões de pessoas, "De Pernas pro Ar 2" (2012) 4,79 milhões e "De Pernas pro Ar 3" (2019) 62 mil. Somados os três, um total de 8,42 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

O primeiro filme teve um custo de apenas R$ 5,5 milhões e arrecadou R$ 35 milhões, o que garantiu uma sequência quase que de imediata. Dois anos depois, chega aos cinemas o segundo longa, também com um custo baixo (R$ 6 milhões) e uma arrecadação maior ainda (R$ 50 milhões). De "Pernas Pro Ar 2" ultrapassou a marca de quatro milhões de espectadores, assim fazendo com que a distribuidora Paris Filmes confirmasse a data de lançamento de uma nova sequência. "De Pernas pro Ar 3" estava agendado para estrear em 2015, entretanto foi adiado para março de 2017. Foi adiado pela segunda vez, para dezembro de 2018. E pela terceira vez, com a data definitiva para abril de 2019. É o filme que menos faturou: R$ 24 milhões.

Em "De Pernas pro Ar", Alice (Ingrid Guimarães) perde o emprego e o marido no mesmo dia. É quando ela passa a contar com a ajuda da vizinha Marcela (Maria Paula), que mostra que é possível ser uma profissional de sucesso sem deixar os prazeres da vida de lado. Para isso, vira sócia da nova amiga em um sex shop falido e descobre os prazeres dos sex toys.

No segundo filme, Alice continua trabalhando muito, mas sem deixar de lado o prazer sexual. Ela está bastante atarefada devido à abertura da primeira filial de sua sex shop em Nova York. Seu grande objetivo é levar para a América um produto erótico inédito, o que faz com que ela fique bastante estressada. Até que, durante a festa de comemoração pela 100ª loja SexDelícia no Brasil, Alice tem um surto devido ao excesso de trabalho. Ela é internada em um spa comandado pela rígida Regina (Alice Borges), onde conhece várias pessoas que buscam controlar suas obsessões e ansiedades.

Por fim, no último capítulo de Alice, a protagonista roda o mundo visitando os mais diversos países em uma correria interminável. Sem tempo para se dedicar à família, quem assume a casa é seu marido João (Bruno Garcia), que cuida dos filhos Paulinho (Eduardo Mello) e Clarinha (Duda Batista), de apenas seis anos. Cansada de tanta agitação, Alice decide se aposentar e entregar o comando dos negócios à sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Porém, o surgimento de Leona (Samya Pascotto), uma jovem competidora, faz com que mude seus planos.

4 - Se Eu Fosse Você


"Se eu Fosse Você" (2006) teve um público de 3,64 milhões de pessoas e "Se eu Fosse Você 2" (2009) 6,09 milhões. Somados os dois, um total de 9,74 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

A bilheteria foi impressionante para a época: R$ 17 milhões. Com o sucesso do filme, houve uma continuação, "Se Eu Fosse Você 2", que é a segunda parte da história, logo após os eventos ocorridos no primeiro longa. A recepção foi maior ainda: custando apenas R$ 5 milhões, arrecadou durante todo o seu período de exibição R$ 84,4 milhões.

Em "Se eu Fosse Você", Cláudio (Tony Ramos) é um publicitário bem sucedido, dono de sua própria agência, e é casado com Helena (Glória Pires), uma professora de música que cuida de um coral infantil. Acostumados com a rotina do dia-a-dia e do casamento de tantos anos, volta e meia eles têm uma discussão. Em uma delas, algo inexplicável acontece: eles trocam de corpos. Apavorados, Cláudio e Helena tentam aparentar normalidade até que consigam reverter a situação. Porém para tanto eles terão que assumir por completo a vida do outro.

No segundo longa, Cláudio e Helena estão prestes a se separar, o que faz com que ele passe a morar na casa de Nelsinho (Cássio Gabus Mendes). Porém, após a primeira reunião do divórcio, eles discutem em pleno elevador e, repentinamente, trocam de corpos mais uma vez. Isto faz com que ambos tenham que viver a vida do outro, tendo por experiência o que ocorreu anos antes. Paralelamente há a situação de Bia (Isabelle Drummond), filha do casal, que está grávida e não sabe como contar aos pais.

3 - Até Que A Sorte Nos Separe


"Até que a Sorte nos Separe" (2012) teve um público de 3,43 milhões de pessoas, "Até que a Sorte nos Separe 2" (2013) 3,98 milhões e "Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final" (2015) 3,33 milhões. Somados os três, um total de 10,75 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

O longa é inspirado no best seller Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, de Gustavo Cerbasi. "Até Que a Sorte nos Separe" teve a melhor estreia de um filme brasileiro em 2012, com mais 322 mil ingressos vendidos em seu primeiro fim de semana. Naquele mesmo ano, vide a repercussão gigantesca, a Paris Filmes anunciou prontamente, não só uma, mas duas sequências para o longa. A arrecadação do primeiro filme foi de R$ 34,5 milhões; do segundo R$ 44,8 milhões; e do terceiro R$ 17 milhões.

Em "Até que a Sorte nos Separe", Tino (Leandro Hassum) é um pai de família que vê sua vida virar de ponta a cabeça após ganhar na loteria. Levando uma vida de ostentação ao lado da mulher, Jane (Danielle Winits), ele gasta todo o dinheiro em 15 anos. Tentando evitar que a esposa descubra a nova situação financeira, afinal ela está grávida do terceiro filho e não pode passar por fortes emoções, Tino se envolve em várias confusões para fingir que tudo continua bem. Para isso, conta com ajuda do melhor amigo, Adelson (Aílton Graça), e dos filhos.

No segundo longa, que se passa três anos depois, Tino e Jane estão mais uma vez em dificuldades financeiras. O saldo bancário do casal é salvo graças ao inesperado falecimento de tio Olavinho, que deixou uma herança de R$ 100 milhões a ser dividida igualmente entre Jane e sua mãe, Estela (Arlete Salles). Como o último desejo do tio foi que suas cinzas fossem jogadas no Grand Canyon, Tino aproveita para levar a esposa e dois de seus filhos para conhecer Las Vegas. Entretanto, ele se empolga com a jogatina de um cassino e perde todo o dinheiro ganho na mesa de pôquer. Para piorar a situação, ainda fica devendo US$ 10 milhões a um capanga da máfia mexicana (Charles Paraventi), que deseja receber o dinheiro a todo custo.

No terceiro e último filme, Tino procura um emprego fixo, sem sucesso. Um dia, é atropelado pelo filho do homem mais rico do país. Ao acordar depois de sete meses em coma, se surpreende com a notícia de que sua filha e o rapaz estão apaixonados. Convidado para gerir as finanças da empresa do pai do genro, para gerar dinheiro que usará para bancar o casamento, Tino consegue o inimaginável: falir a empresa, a maior do Brasil - o que gera um colapso na economia nacional.

2 - Tropa De Elite


"Tropa de Elite" (2007) teve um público de 2,42 milhões de pessoas e "Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro" (2010) 11,2 milhões. Somados os dois, um total de 13,62 milhões de pessoas foram assistir aos longas.

É o primeiro longa de ficção do diretor José Padilha, que anteriormente dirigiu o documentário Ônibus 174 (2002). Teve grande repercussão antes mesmo de seu lançamento, por ter sido o primeiro filme brasileiro a vazar na Internet. Um dos protagonistas do filme, o ator Caio Junqueira, chegou a declarar que, por mais que achasse a pirataria algo negativo, sabia que havia sido "por causa dela que o trabalho atingiu o público da televisão".

Uma pesquisa feita pelo Ibope chegou a estimar que mais de 11 milhões de pessoas teriam visto o filme pirata. Um fato curioso, mas que não impediu que o filme tenha sido um sucesso nas bilheterias: terminou o ano como sétima maior bilheteria de 2007 no Brasil, com um faturamento total de R$ 20 milhões.

O filme recebeu o prêmio Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim de 2008 e "Tropa de Elite" virou febre, o que garantiu uma sequência em 2010, com números tão expressivos quanto: "Tropa de Elite 2" conseguiu ser o filme nacional mais visto da história do país, quando chegou a marca de 10,7 milhões de espectadores, superando assim o filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (1976). Esse desempenho permitiu que o ano de 2010 fosse o ano mais rentável para os cinemas brasileiros, pois ultrapassaram a marca dos 22 milhões de espectadores, alcançada em 2003.

Em "Tropa de Elite", é retratado o dia-a-dia do grupo de policiais e do capitão do BOPE, Nascimento (Wagner Moura), que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente, dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

Em "Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro", Nascimento, agora coronel, foi afastado do BOPE por conta de uma mal sucedida operação. Desta forma, ele vai parar na inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado. Contudo, ele descobre que o sistema que tanto combate é mais podre do que imagina e que o buraco é bem mais embaixo. Seus problemas só aumentam, porque o filho, Rafael (Pedro Van Held), tornou-se adolescente, Rosane (Maria Ribeiro) não é mais sua esposa e seu arqui-inimigo, Fraga (Irandhir Santos), ocupa posição de destaque no seio de sua família.

1 - Minha Mãe É Uma Peça - O Filme


"Minha Mãe é uma Peça: O Filme" (2012) teve um público de 4,6 milhões de pessoas e "Minha Mãe é uma Peça 2" (2016) 9,32 milhões. Somados os dois, um total de 13,92 milhões de pessoas foram assistir aos longas. Lembrando que ainda tem o terceiro filme, lançado após esse estudo.

Na primeira semana de exibição, "Minha Mãe é Uma Peça: O Filme" assumiu a posição de principal bilheteria do ano para uma produção nacional. O filme dirigido por André Pellenz arrecadou um total de R$ 45,8 milhões. A recepção estrondosa garantiu uma sequência, que arrecadou mais ainda: aproximadamente R$ 124 milhões, tendo custado apenas R$ 8 milhões, além de alcançar 1 milhão de telespectadores em seu final de semana de estreia.

Em "Minha Mãe é uma Peça: O Filme", Dona Hermínia (Paulo Gustavo) não larga o pé de seus filhos Marcelina e Juliano (Mariana Xavier e Rodrigo Pandolfo). Um dia, após descobrir que eles a consideram uma mala, resolve sair de casa sem avisar para ninguém, deixando todos, de alguma forma, preocupados com o que teria acontecido.

No segundo longa, Dona Hermínia está de volta, desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa.


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