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    Guilherme Fontes é condenado por sonegação fiscal no caso Chatô

    Por Da Redação
    27/04/2010

    O ator Guilherme Fontes foi condenado a três anos e um mês por sonegação fiscal. A sentença foi dada pela juíza da 19ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Denise Vaccari Machado Paes, e Fontes recorreu da decisão.

    A pena será de sete horas semanais de trabalho comunitário, a ser definido pela Vara de Execuções Penais, além do pagamento de 12 cestas básicas no valor de R$ 1 mil cada uma para a creche do Hospital Colônia do Curupaiti, em Jacarepaguá, e a Colibri-Associação de Assistência ao Excepcional, na Lagoa.

    A decisão judicial refere-se à polêmica em torno da produção do longa-metragem Chatô - O Rei do Brasil, dirigido por Guilherme Fontes que, por meio de sua empresa, a Guilherme Fontes Filmes Ltda., não prestou devidamente as contas dos recursos captadas por meio da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual, em 1996. O filme permanece inacabado até hoje. 

    Em 22 de fevereiro de 2008, a Controladoria-Geral da União (CGU) determinou que Guilherme Fontes e sua sócia Yolanda Machado Medina Coeli devolvessem aos cofres públicos R$ 36,5 milhões.

    O ator negou que tenha sonegado imposto , disse estar chateado com a decisão da Justiça e ainda afirmou que o filme será sim lançado. Será mesmo?