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    Há 10 anos, Bradley Cooper usava 100% do cérebro em Sem Limites

    Longa usa como base mito de que os humanos só utilizam 10% da capacidade cerebral
    Por Daniel Reininger
    25/03/2021 - Atualizado há 7 meses

    Por um tempo, muitos acreditaram no mito de que o ser humano só usa 10% da capacidade cerebral e, se chegássemos a 100%, viraríamos verdadeiros super-heróis. Com isso em alta lá nos anos 2010, o carismático Bradley Cooper, de Se Beber, Não Case!, estrelou Sem Limites, longa que ajudou a impulsionar sua carreira.

    Relembre um pouco o sucesso e também entenda esse mito!

    100% do cérebro

    No filme do diretor Neil Burger (Divergente), Carl Van Loon (Bradley Cooper) é um jovem escritor em início de carreira que entra em contato com nova droga que aumenta sua capacidade cerebral de forma exponencial. 

    As pílulas tecnológicas são controladas por computador para liberar substâncias no corpo na hora marcada. Com o cérebro turbinado, ele toma Wall Street de assalto e obtém rápido sucesso financeiro e social. O revés acontece quando percebe os perigosos efeitos colaterais.

    O sucesso foi tão grande, que o longa até virou série de TV.

    Cena da série Sem Limites, com participação de Bradley CooperReprodução

    O mito dos 10%

    O mito do uso de apenas 10% do cérebro é uma lenda urbana que afirma que só se utiliza um décimo da capacidade do cérebro. Isso significa que, se todo o cérebro fosse utilizado, o indivíduo passaria a apresentar habilidades como poderes psicocinéticos e psíquicos, além da possibilidade de percepção extrassensorial.  

    O mito afirma que algumas pessoas de QI muito elevado usariam mais do que 10% do cérebro, tal ideia é muitas vezes atribuída a Albert Einstein. Portanto, sugere-se que a inteligência de uma pessoa está ligada à porcentagem do cérebro que ela utiliza.

    Embora a capacidade intelectual do indivíduo possa aumentar ao longo do tempo, a crença de que grande parte do cérebro não é utulizado foi desmentida pela comunidade científica.

    Outro filme que trata disso, é Lucy, com Scarlett Johansson. Só que esse filme saiu um pouco depois, em 2014. Na trama, depois de ser obrigada a transportar drogas dentro do estômago, Lucy absorve as drogas e ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.

    Ambos os filmes usam do mito para criar tramas interessntes, mas não há dúvidas de que os filmes mostram são pura ficção.

    Cena do filme Sem Limites, com Bradley CooperReprodução

    Opinião

    Veja um trecho da crítica do Cineclick:

    "Misturando aventura e ficção científica, o roteiro de Leslie Dixon (o mesmo de A Corrente do Bem) transforma o livro de Alan Glynn num entretenimento atrativo e eficiente. 

    O filme tem agilidade, charme, prende a atenção e – cá pra nós – é impossível não morrer de inveja do protagonista quando ele se torna praticamente um super-homem com seu “novo” cérebro. É a realização do mito do sucesso imediato, sem esforço, absoluto, e sem prejudicar ninguém.

    Porém, o diretor Neil Burguer (de O Ilusionista) parece que não confiou na força de suas próprias imagens, e as enfraquece por meio de uma narração em off redundante, desnecessária e, em determinados momentos, até irritante. Talvez tenha sido pressão dos produtores, que sempre acreditam que o público 'pode não entender a mensagem' e teimam em deixar tudo explicadinho, nos mínimos detalhes. A piada é inevitável: Sem Limites é um filme sobre uma nova droga e vem até com bula."

    Onde assistir

    Sem Limites está disponível nos seguintes serviços de streaming: Telecine Play, Globoplay, TNT Go, NOW e Looke.

    Veja o trailer

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