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    Já está aberta a corrida sucessória para a direção da Riofilme

    Por Da Redação
    19/12/2000

    A sucessão da direção da Riofilme Distribuidora está dando o que falar. Criada em 1992 pela prefeitura do Rio de Janeiro, na gestão César Maia, a empresa- que apoiou o lançamento de importantes filmes brasileiros como Central do Brasil, de Walter Salles, e Orfeu, de Cacá Diegues- ampliou seu campo de atuação ao longo dos últimos anos e, agora, vira alvo de intensa discussão dentro da classe cinematográfica.

    A decisão sobre o processo sucessório da distribuidora está nas mãos do novo secretário de Cultura, o ex-senador Arthur da Távola, que pretende assumir seu posto já como os nomes de seu staff no bolso. "Ainda não posso falar sobre nomes para a direção da Riofime, porque antes disso pretendo ter algumas reuniões ainda esta semana com representantes da classe cinematográfica para trocar idéias sobre o assunto. Mas posso adiantar que a distribuidora carioca precisa passar por uma reformulação", diz o secretário.

    O crítico de cinema e jornalista José Carlos Avellar não se manifesta sobre a possibilidade de ser substituído do cargo, mas defende a filosofia de trabalho desenvolvida por ele. ''O que eu posso afirmar é que a política proposta para a Riofilme foi cumprida por mim. Exatamente como aquela proposta por César Maia quando ele criou a empresa, há oito anos'', diz Avellar.