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    Há 17 anos, Brad Pitt mostrou tudo em 'Tróia'

    Filme prometia ser um grande épico, mas valeu mesmo pelas cenas do ator
    Por Daniel Reininger
    14/05/2021 - Atualizado há 4 meses

    Depois do sucesso Gladiador, muito se esperava do épico Tróia, mas o longa de 2004 decepcionou em muitos aspectos: das atuações, à trama e até aos efeitos. Algo bizarro para um filme caro como esse foi na época.

    No fim das contas, esse épico ficou marcado na memória de todos por ser o longa em que vemos praticamente tudo de Brad Pitt (Clube da Luta), O astro aparece com pouca ou nenhuma roupa em boa parte do filme, para alegria de muitos.

    É um faro engraçado, mas em última análise é um legado triste para um filme que deveria recontar uma das maiores histórias da humanidade, repassada de geração a geração há séculos: A Ilíada, de Homero.

    No aniversário de 17 anos do filme, relembre a produção e descubra algumas curiosidades sobre o longa:

    Trama

    A trama reconta a famosa história da Guerra de Tróia. No ano de 1193 a.C., Paris (Orlando Bloom) é um príncipe que afasta Helena (Diane Kruger), Rainha de Sparta, de seu marido Menelaus (Brendan Gleeson), o que provoca uma guerra da Messênia (cidade ao sul da Grécia) contra Tróia. 

    Os gregos iniciam, então, uma sangrenta batalha que durou mais de uma década. Aquiles (Brad Pitt) era o maior herói da Grécia enquanto que Hector (Eric Bana) é o filho mais velho de Priam (Peter O'Toole), rei de Tróia. Juntos, eles são a esperança do povo de sua cidade.

    Opinião

    Veja uma análise sobre Tróia feita pelo Cineclick na época do lançamento:

    "Havia uma grande expectativa em torno de Tróia, o mais recente e milionário investimento de Hollywood. As quatro produtoras envolvidas no projeto - Warner, Village Road, Radiant e Plan B - anunciaram um investimento de US$ 185 milhões na superprodução. Dizem que foi ainda mais. Cartazes de Brad Pitt no papel de Aquiles e fotos do mítico Cavalo de Tróia inundaram a imprensa mundial. 

    Fãs de cinema se perguntavam: depois de reconstruir Roma em Gladiador, o que os cineastas vão aprontar agora? E o resultado - infelizmente - traz um forte sabor de decepção. Ao ver Tróia, o espectador mais desavisado pode até pensar que está assistindo a um filme antigo, na contramão do espetáculo cinematográfico que Gladiador proporcionou no ano 2000.

    Por que antigo? O filme abre com um plano interminável, fixo, de um velho mapa da região da batalha e um texto supostamente didático que mais complica do que explica a situação da época. Além disso, abusa da trilha sonora épica para tentar criar uma atmosfera que simplesmente não existe.

    Talvez um dos maiores pecados do filme seja a busca obsessiva pela grandiosidade gratuita. Alguns planos abertos regados a uma trilha irritantemente exagerada de James Horner (de Titanic) pretendem dar a Tróia um ar de gigantismo que, olhando bem a fundo, o filme não tem.

    Apesar dos vários defeitos, Tróia não pode ser chamado de ruim. A palavra mais correta seria "decepcionante". Afinal, um orçamento milionário, um elenco carismático liderado por Brad Pitt e uma trama inspirada na clássica A Ilíada, de Homero, deveria ter rendido emoções muito mais - digamos, homéricas - na tela grande do cinema."

    Curiosidades do longa

    Onde ver

    O filme pode não ser tão bom quando a gente gostaria, mas ainda é uma boa diversão. Ele está disponível para ser alugado ou comprado na Google Play Store e na Microsoft Store. Veja o trailer:

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