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    Mel Gibson diz que seria jornalista se não fosse ator

    Por Da Redação
    23/01/2001

    Mel Gibson diz que representar é como terapia para sua "personalidade maluca". "Minha insanidade não se manifesta com freqüência. Para viver em sociedade, é preciso se manter sob controle", disse o ator à Radio Times, em entrevista.

    Gibson disse que, quando era adolescente, grampeou a cabeça de sua irmã, nocauteou seu irmão menor e, três dias antes de fazer um teste para trabalhar em Mad Max, o filme que acabaria por torná-lo famoso, se envolveu numa briga de bar com uma equipe de rúgbi por causa de uma mulher. Os hematomas resultantes acabaram lhe valendo o papel.

    Antes de estudar teatro, Gibson queria ser correspondente de guerra. "Eu queria ser jornalista, subir num helicóptero e voar até zonas em guerra. Mas então surgiu essa outra coisa (a escola de teatro), e era mais imediata."

    "Atuar acabou servindo de terapia para minha loucura. Ser jornalista a teria alimentado. Eu estaria na “Slovóvia” ou algum lugar maluco, desvairado, me desviando de balas e achando tudo muito legal. Eu já estaria morto -- ou talvez não. Deus cuida dos piores idiotas, e não posso negar que vem cuidando de mim."


    Gibson, 45, continua a fazer as mulheres perderem a cabeça por ele. Seja por sua beleza ou por suas idéias a respeito do feminismo:

    "O feminismo é uma idéia manufaturada criada para fazer com que muitas mulheres se sentissem insatisfeitas com as coisas. É claro que elas devem receber salários iguais por trabalhos iguais, mas existe, sim, uma diferença entre os sexos, não importa o que você diga."