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    Meninas de periferia têm outra relação com o corpo, afirma Nanda Costa, de Sonhos Roubados

    Por Heitor Augusto
    23/04/2010

    Nanda Costa, Kika Farias e Amanda Diniz: 23, 24 e 15 anos. Três novas atrizes que buscam se estabelecer. As protagonistas de Sonhos Roubados, novo filme de Sandra Werneck (Meninas e Cazuza – O Tempo Não Pára), que estreia em 23 de abril.

    A mais experiente é Nanda, que tem entrado todas as noites nas televisões brasileiras como Soraia, da novela Viver a Vida. “Sou apaixonada por fotografia e direção de arte”, afirma a carioca de Paraty, que mora em São Paulo desde os 15 anos e se declara admirada pelos filmes de Pedro Almodóvar. “Tenho curiosidade pelas personagens dele, tão obsessivas”.

    No filme de Sandra Werneck, ela é Jessica, uma menina de 17 anos durona que tenta ser feliz enquanto cuida da filha pequena, briga com o pai da criança e se prostitui eventualmente.

    A segunda personagem importante para o tom de crônica de Sonhos Roubados é Sabrina, a sonhadora do grupo. Coube à recifense Kika Farias, com trabalhos no teatro, contagem de histórias e circo, dar vida à garota. “A minha identificação com minha personagem existe porque, assim como ela, eu tenho sonhos e também passo perrengues”.

    Amanda Diniz completa o trio de atrizes em um filme extremamente feminino. Amanda, que já havia interpretado Narizinho na versão recente de Sítio do Pica-Pau Amarelo e estuda teatro desde os sete anos, acha que o papel no universo de Monteiro Lobato a ajudou em um quesito: “A trazer o sonho para minha personagem, Daiane”.










    Sonhos RoubadosChico Xavier