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    O Céu de Suely vence Festival de Havana

    Por Da Redação
    18/12/2006

    O Brasil foi o grande vencedor da 28ª edição do Festival do Novo Cinema Latino-americano de Havana, foram dez prêmios entregues pelo júri, nesta sexta-feira (15/12). O Céu de Suely, de Karim Aïnouz, recebeu o Prêmio Coral de Melhor Longa-Metragem de Ficção. O filme ganhou o principal prêmio da mostra por unanimidade, além de Melhor Atriz para Hermila Guedes.

    A produção nacional conta a história de Suely (Hermila Guedes) que nasceu e foi criada na pequena cidade de Iguatu, na região Nordeste brasileira. Ela engravida e vai tentar a sorte, ao lado do namorado, em São Paulo, Meses depois, porém, volta à cidade natal, sem desistir de seu sonho de morar na cidade grande, mas para isso, ela cria um plano para conseguir condições materiais, como rifar o próprio corpo.

    Na categoria de longas-metragens de ficção, o Brasil ainda teve outros destaques como Os 12 Trabalhos, de Ricardo Elias, que conquistou o Terceiro Prêmio Coral, e É Proibido Proibir, de Jorge Duran, levou o Prêmio Especial do Júri.

    O também brasileiro O Maior Amor do Mundo rendeu o prêmio de Melhor Música para Chico Buarque. Antonia venceu por Melhor Som para João Godoy e Eduardo Santos Mendes.

    Outros dois brasileiros se destacaram entre os documentários: O Fim e o Princípio, de Eduardo Coutinho, com o Prêmio Especial do Júri e Dos Restos e das Solidões, de Petrus Carirg, recebeu uma menção especial.

    Na categoria animação, Os Três Porquinhos, de Claudio Roberto Guimarães, recebeu o Terceiro Prêmio Coral e Deu no Jornal, de Yanko del Pino, levou a menção especial.

    Confira a premiação completa:

    Ficção

    Primeiro Prêmio Coral: O Céu de Suely, de Karim Aïnouz (Brasil)
    Segundo Prêmio Coral: El Camino de San Diego, de Carlos Sorín (Argentina)
    Terceiro Prêmio Coral: Os 12 Trabalhos, de Ricardo Elias (Brasil)
    Prêmio Especial do Júri: É Proibido Proibir, de Jorge Duran (Brasil)
    Menção Especial do Júri: Páginas del Diario de Mauricio, de Manuel Pérez Paredes (Cuba)

    Curtas-Metragens

    Prêmio Coral: Gozar, Comer, Partir, de Arturo Infante (Cuba)
    Menção Especial: La Leche y el Agua, de Celso García (México) e 10:15, de Hugo Félix (México)

    Prêmios por especialidades

    Melhor Direção: Rodrigo Moreno, por El Custodio (Argentina)
    Melhor Atriz: Hermila Guedes, por O Céu de Suely (Brasil)
    Melhor Ator: Julio Chávez, por El Custodio (Argentina)
    Melhor Roteiro: Daniel Burman, por Derecho de Familia (Argentina)
    Melhor Fotografia: La Edad de la Peseta (Cuba)
    Melhor Edição: Crónica de uma Fuga (Argentina)
    Melhor Direção de Arte: La Edad de la Peseta (Cuba)
    Melhor Música: Chico Buarque de Hollanda, por O Maior Amor do Mundo (Brasil)
    Melhor Som: Antonia (Brasil)

    Documentário

    Primeiro Prêmio Coral: En el Hoyo, de Juan Carlos Rulfo (México)
    Prêmio Espacial do Júri: O Fim e o Princípio, de Eduardo Coutinho (Brasil)
    Segundo Prêmio Coral: Palomilla Salvaje, de Gustavo Gamó (México)
    Terceiro Prêmio Coral: Arcana, de Cristóbal Vicente (Chile)
    Menção Especial: Dos Restos e das Solidões, de Petrus Carirg (Brasil)
    Melhor Filme de um diretor não latino-americano: State of Fear (EUA)

    Animação

    Primeiro Prêmio Coral: M'appelle, de Javier Mrad (Argentina)
    Segundo Prêmio Coral: Pasta, de Tomás Welss (Chile)
    Terceiro Prêmio Coral: Os Três Porquinhos, de Claudio Roberto Gimarães (Brasil)
    Menção Especial: Deu no Jornal, de Yanko del Pino (Brasil)

    Primeira Obra

    Primeiro Prêmio Coral: El Benny, de Jorge Luis Sánchez (Cuba)
    Segundo Prêmio Coral: Que Tán Lejos, de Tania Hermida (Equador)
    Terceiro Prêmio Coral: Madeinusa, de Claudia Llosa (Peru)
    Prêmio de contribuição artística: Lo Más Bonito y Mis Mejores Años, de Martín Boulocq (Bolívia)

    Roteiro Inédito

    Primeiro Prêmio: Peter Pan Kids, de Arturo Soto (Cuba)
    Menção Especial: Gigante, de Adrián Biniez (Uruguai)
    Menção: 35 Años No Es Nada, de Fernando Spiner (Argentina)