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    Revelado o relatório de necrópsia de Michael Jackson

    Por Da Redação
    10/02/2010

    Com a indiciação de Conrad Murray, médico pessoal de Michael Jackson, por homicídio culposo - sem intenção de matar -, foi divulgado nesta terça-feira (9/2) o relatório completo da necrópsia feita pelo instituto Médico legal de Los Angeles no corpo do cantor.

    A descrição da necrópsia aponta que o músico sofria de calvície frontal e seus cabelos eram ligados a uma peruca. Com a retirada dessa aplicação capilar, os peritos puderam notar que Jackson tinha quase quatro centímetros de cabelo naturalmente escuros e cacheados.

    Ainda foi constatado que ele era vítima de vitiligo, uma doença de pele que acarreta em perda de pigmentação. No caso de Jackson, as manchas brancas da doença foram encontradas na região do abdômen, peito, braços e no rosto.

    Na cadeira do quarto em que Michael Jackson morreu foi encontrado um vidro fechado de urina ao lado de uma caixa com cateter, agulha descartável, pedaços de algodão molhados em álcool, garrafas vazias de suco de laranja, colar de madeira e um tanque de oxigênio.

    Apesar das cicatrizes atrás das orelhas, em um dos ombros, no pescoço, nariz, pulsos e na região do umbigo, além dos pulmões inflamados e osteoartrite em alguns dedos e na espinha dorsal, Michael Jackson foi declarado como um homem de 50 anos saudável e com um coração forte. O relatório ainda ressalta que nenhuma dessas lesões no corpo do cantor poderia ter causado sua morte, em 25 junho de 2009.

    O peito de Jackson estava machucado e algumas costelas fraturadas, mas os peritos atribuíram os ferimentos às tentativas de ressuscitá-lo.

    O relatório confirma que Michael Jackson morreu por intoxicação causada pelo uso de propofol. Com a consulta de um anestesiologista, foi possível contradizer o depoimento do dr. Murray, no qual declarou ser inocente e alegou ter aplicado os remédios para combater a insônia do cantor. O médico consultado afirmou que o medicamento que não é usado para este fim. A quantidade de propofol utilizada é equivalente ao que se aplica em um paciente que passará por uma cirurgia de grande porte.

    Além do uso em excesso de propofol, foram encontradas outras substâncias no corpo de Michael Jackson como sedativos, lidocaína e um remédio para ressuscitação. No entanto, não foi encontrado nenhum equipamento auxiliar para monitoramento do atendimento ao cantor.