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    Roman Polanski afirma que está sendo traído pela justiça dos EUA

    Por Da Redação
    03/05/2010

    O diretor Roman Polanski (O Escritor Fantasma), que está em prisão domiciliar na Suíça, por conta de um processo de crime sexual cometido em 1977, ainda aguarda pedido de extradição para seu julgamento em Los Angeles. Porém, o cineasta afirma que a base do processo movido contra ele, nos EUA, foi construída sobre mentiras e sua volta para os Estados Unidos não será nada além de um circo para os jornalistas.

    "Não posso mais permanecer em silêncio, porque os Estados Unidos continuam exigindo minha extradição, mais para me servir numa bandeja à mídia do mundo do que para pronunciar um julgamento relativo a um acordo alcançado 33 anos atrás", disse Polanski.

    Por conta dos perjúrios causados pelo juiz responsável pelo processo, há 30 anos, e hoje já morto, os advogados de defesa acreditam que o processo contra o diretor tenha vários motivos para ser arquivado. Eles também debatem o fato do cineasta não precisar mais cumprir nenhuma pena, por já estar retido no processo desde 1977.

    O diretor franco-polonês Roman Polanski, na época com 43 anos, confessou ter mantido relações sexuais com uma menor de 13 anos, Samantha Geimer, na casa do ator Jack Nicholson. Em seguida, os pais da jovem moveram um processo contra ele por violência sexual, que segue até os dias de hoje.