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    Série animada de Transformers da Netflix é diversão nostálgica

    Trilogia War For Cybertron explora a guerra dos Autobots e Decepticons
    Por Daniel Reininger
    29/07/2021 - Atualizado há cerca de 2 meses

    A saga Transformers teve seis filmes em live-action, contando com o spin-off de Bumblebee. Em todos eles, a história dos robôs alienígenas é citada, mas nunca aprofundada. Esse é o maior acerto da trilogia War for Cybertron da Netflix

    Com o novo capítulo estreando no serviço de streaming, saiba porque ela é um prato cheio para os amantes dos robôs gigantes:

    Transformers: War For Cybertron

    O projeto é uma animação dividida em três partes. O diretor de animes da Netflix John Derderian comentou a série (via Variety): "Nessa história de origem dos Transformers, nós vamos explorar o universo expandido de Cybertron de um jeito que a audiência nunca viu antes - para o prazer dos fãs antigos da franquia e daqueles que estão chegando pela primeira vez."

    Em o Reino, chegou a hora dos Autobots se unirem aos Maximals para enfrentar os Decepticons e os Predacons. Vale tudo para encontrar o Allspark, a poderosa fonte de energia que pode mudar a guerra.

    O problema é que essa empreitada não será fácil, até porque os Predacons estão com o Disco Dourado, um misterioso artefato que tem uma conexão forte com o Megatron e dá a ele uma grande vantagem sobre seu inimigo Optimus Prime.

    Opinião

    A trilogia Transformers: War for Cybertron da Netflix oferece uma história que muitos fãs sempre pediram: uma história sem humanos. Os robôs parecem versões digitais dos brinquedos e quando eles se transformam, fazem exatamente como os brinquedos. E as vozes, embora não sejam maravilhosas, soam como os atores da série clássica dos anos 80.

    O visual é interessante, não chega a ser bonito, mas funciona. O problema é que faltam personagens na tela e mesmo as maiores batalhas parecem pequenas em escala, por falta de orçamento para mais computação gráfica. E como Kingdom teoricamente conclui a série, é decepcionante não ver mais personagens principais em batalha. 

    Kingdom oferece bastante ação com Optimus Prime, os Beasts Wars e pancadaria no melhor estilo da animação dos anos 80 e é legal. Mas depois de cerca de uma hora e meia disso, o espectador quer mais. Seria ideal essa série fazer o mesmo que o sucesso da Netflix, Mestres do Universo – Salvando Eternia fez recentemente: ir além do mito básico do desenho dos anos 80 e realmente mostrar algo novo.

    No fim, Kingdom parece uma história longa demais ao ser contada em seis episódios, até porque poderia ter sido contada em duas. Na verdade, a trilogia inteira poderia ser um ótimo filme de duas horas ao invés de três séries.

    Existem algumas coisas divertidas na série, além de detalhes que só os fãs de longa data vão pegar, mas no fim é uma série inchada com muito mais do mesmo e com a presença desnecessária dos personagens de Beast Wars. É um fan service, mas como toda a série é fan service, por que não os incluir?

    Essa é uma série rasa, bonita e divertida, mas focada somente em quem já ama os Transformers.

    Veja o trailer:

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