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    Tatá Werneck fala de sua estreia como dubladora em Aviões 2

    Atriz se diz fã de filmes de super-heróis e revela projetos futuros no cinema
    Por Roberto Guerra
    19/07/2014
    Tatá Werneck

    O Cineclick bateu um papo com a atriz e comediante Tatá Werneck em São Paulo, no escritório da Disney, para falar de seu primeiro trabalho de dublagem, dando voz ao avião-tanque Dipper, em Aviões 2 – Heróis do Fogo ao Resgate, que estreou na última quinta (17) no Brasil. Sempre bem-humorada, a atriz se revelou fã de animações e filmes de super-heróis. Também anunciou o lançamento de um longa-metragem, com roteiro de sua autoria, para 2015.

    É a primeira vez que se aventura na dublagem. O que achou da experiência?
    Eu fui assessorada por um diretor de dublagem, mas não é um trabalho de criação totalmente livre. Neste caso tem uma Dipper (personagem dublada pela atriz) americana que já foi feita e serve como base. Eu tive de seguir uma modulação de voz específica, parecida. Então eu meio que segui os padrões que tinham de ser seguidos. E confesso que achei bem difícil. Dublar no tempo certinho, seguindo uma voz guia, às vezes tem que cortar fala para caber. Foi difícil sim, mas foi uma curtição. Eu amei, quero dublar de novo.

    Você é uma espectadora de filmes de animação?
    Eu adoro animação e sou fã dos filmes da Disney. Aliás, acabei de voltar de lá. Trouxe de tudo comigo, até um sutiã (risos). Então achei muito maneiro, maior honra fazer uma dublagem de um filme deles. E hoje estes filmes não são feitos só para o público infantil, mas também para os pais que vão levar a criança para ver. Você está ali vendo e amando também. As animações hoje em dia são para toda família.

    Quais são suas animações preferidas?
    Acho que o filme de animação que mais me marcou foi O Rei Leão. Este ficou em minha cabeça pra sempre. Gosto muito de A Bela e a Fera também.

    Quais são seus próximos projetos de cinema?
    Eu vou fazer um filme agora com a Ingrid Guimarães chamado Loucas para Casar, que vai estrear em dezembro. E ano que vem tenho um projeto meu, com roteiro de minha autoria. O filme ainda não tem título, mas o que posso adiantar é que a personagem principal é uma mulher que sofre de TOC.

    Como está encarando esse momento de destaque em sua carreira?
    Estou num momento muito maneiro, mas muito perigoso também. Você não pode acreditar muito em nada disso, no sucesso. Da mesma maneira que você está lá em cima, de repente está lá embaixo e ninguém lembra mais de você. Eu não costumo pensar muito nisso, me deslumbrar. Sigo fazendo meu trabalho e procuro correr atrás de paradas maneiras que quero fazer. Coisas em que eu acredite, que é o critério que uso para me envolver nos projetos. Eu tenho que acreditar na história, querer ajudar a contá-la. Eu tenho de me comover de alguma maneira com o que está sendo contado.

    Comédia é sua praia e você gosta de fazer e ver. Excetuando-se o gênero, o que mais gosta de assistir no cinema?
    Se não for comédia eu gosto de ver filmes românticos e de super-heróis, que amo. Eu sou um menininho. Gosto muito também de ficção científica.