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    TopCine: 10 Melhores Filmes Brasileiros de 2010

    Por Da Redação
    05/11/2010

    Hoje é o Dia do Cinema Nacional. Pelo menos, um deles. Sim, 19 de junho também é considerado como Dia do Cinema Brasileiro, por ter sido o dia da primeira exibição de um filme em terras canarinhas. Ainda assim, dia 5 de novembro também ganhou o caráter comemorativo por ter sido o dia em que faleceu Humberto Mauro, chamado de "Pai do Cinema Brasileiro" e autor de mais de 10 filmes entre as décadas de 1920 e 1950. Tendo em vista esse importante marco e o bom desempenho que o cinema nacional teve no ano, nós do Cineclick temos motivos de sobra para comemorar - e escolhemos 10 deles para nosso TopCine especial dos melhores filmes brasileiros de 2010 e os critérios que usamos para cada escolha.

    Os Inquilinos


    O filme, que concorreu na 33ª Mostra, mostra o diretor Sérgio Bianchi atingindo um equilíbrio em sua carreira de filmes marcantes pela franqueza e tom crítico ao mostrar a realidade social brasileira e suas mazelas – desta vez, menos óbvio, mais preocupado com a forma e com uma história genuinamente multifacetada.












    Viajo porque preciso, volto porque te amo


    Transitando entre o documentário e a ficção, esta união entre os novos, mas já consagrados, Karim Ainouz (Céu de Suely) e Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus). O filme foi realizado ao longo de dez anos e filmado com diferentes tipos de câmera, fazendo com que este road movie conquistasse seu espaço entre os grandes filmes do ano.


















    Uma noite em 67

    Se é uma tendência do cinema nacional dos últimos anos reescrever a história do país através de documentários que enaltecem heróis esquecidos ou obscuros de nossa cultura, é possível que este tenha sido o maior representante deste filão em 2010. Trazendo de volta o 2º Festival da Música Brasileira, realizado pela TV Record, a estreia de Ricardo Calil na direção não decepcionou.


















    5x Favela – Agora por nós mesmos
    50 anos após o primeiro 5x Favela, que revelou alguns dos diretores brasileiros que mais se destacariam nas décadas posteriores, Agora por nós mesmos traz diretores novatos da própria favela, após terem realizado oficinas com grandes nomes do cinema brasileiro, como Walter Salles, Fernando Meirelles e Ruy Guerra. Com o financiamento de Cacá Diegues, um dos diretores do primeiro filme, e Renata de Almeida, o projeto saiu dos morros para ganhar o mundo.


















    Terra Deu, Terra Come
    Levando o maior prêmio do festival É Tudo Verdade e também sendo agraciado com um dos prêmios de Gramado, este documentário, que acabou de entrar no circuito, merece estar entre os 10 melhores filmes nacionais do ano. Um garimpeiro de 81 anos, Pedro de Almeida, conduz toda cerimônia funerária de João Batista, falecido com 120 anos. Seus discursos, repletos de lirismo e misticidade, intrigam e o tornam instantaneamente num personagem memorável.


















    Lula, O Filho do Brasil


    O filme de Fábio Barreto, concorrente brasileiro ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, faz uma cinebiografia do ex-presidente Luís Inácio “Lula” da Silva. De metalúrgico do ABC a presidente da república, a trajetória de Lula é apresentada. Um dos grandes destaques é a atuação de Glória Pires, que vive a mãe do personagem principal.


















    Chico Xavier


    O icônico médium Chico Xavier teve sua história contada no cinema, sob o comando do cineasta Daniel Filho. A obra buscou mostrar o homem Chico Xavier em vez de propor maiores discussões sobre o espiritismo ou algumas questões relacionadas. Para isso, agregou diversos elementos que cativaram os mais diferentes públicos.



















    As Melhores Coisas do Mundo


    A diretora Laís Bodanzky já demonstrou que sabe fazer bons filmes em Bicho de Sete Cabeças mas, em As Melhores Coisas do Mundo, ela mergulha no universo jovem de uma forma interessante, falando até com aqueles que nem são mais tão jovens assim. O filme demonstra o lado novo e atual do cinema brasileiro de qualidade.






















    Tropa de Elite 2

    Grande joia do cinema nacional recente, o filme teve um papel importante além da afiada crítica social a que se propôs: ele trouxe as pessoas de volta às salas de cinema. Ficando em primeiro nas bilheterias mesmo três semanas após seu lançamento, o grande sucesso de José Padilha se tornou um dos maiores filmes da cinematografia brasileira, tanto em qualidade quanto em rentabilidade.
















    O Grão

    Com fotografia impecável, o filme entra na lista dos dez melhores lançamentos pelo novo olhar que deu ao sertão. O Grão utiliza uma linguagem mais lenta, apostando nos planos estáticos e na escassez dos diálogos para privilegiar a interpretação e a análise do que está ali sendo representado: a relação humana em um lugar não tão conhecido pelos próprios brasileiros.